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quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Regional Patos mobilizada para campanha de vacinação antirrábica





A 6ª Gerência Regional de Saúde recebeu na tarde desta quinta-feira 18, profissionais da atenção básica, vigilância epidemiológica, vigilância ambiental, imunização e veterinários. O motivo desse encontro foi a mobilização que vem sendo feita pelo Governo do Estado, através da Secretaria de Saúde, visando a Campanha Nacional de Vacinação contra Raiva Animal, que acontece no próximo mês, com o Dia D programado para dia 17.

Para a Paraíba vieram 700 mil doses para vacinar cães e gatos, principal foco da doença no círculo urbano, doses essas já disponíveis para o caso do município que queira imunizar os animais de áreas de difícil acesso, da zona rural.

As sucessivas campanhas, aliado a isso outras estratégias, como cobertura focal, clínica de cães e gatos, profilaxia da raiva humana, contribuem para que os resultados atingidos tenham sido bastante positivos, com a redução em larga escala de notificações. “Estamos há seis anos na Paraíba sem casos de raiva canina e felina e há 17 anos sem registro de casos de raiva humana”, informa Francisco de Assis Azevedo, Chefe do Núcleo de Controle de Zoonoses da Secretaria de Estado da Saúde (SES), que repassou informações e planos de ação para a campanha.

Essa mobilização para a campanha nacional contra raiva recebe total apoio das gerências de saúde e dos municípios. Na Paraíba a meta é imunizar 605 mil cães e gatos, a partir de três meses de vida.


Marcos Eugênio (Ascom 6ª GRS) 98802-9016

Paraíba recebe 700 mil doses de vacina para Campanha Contra a Raiva Animal


A Paraíba recebeu do Ministério da Saúde 700 mil doses da vacina para realização da 34ª Campanha de Vacinação contra a Raiva Animal (canina e felina) no Estado, com ‘dia D’ previsto para 17 de setembro. A campanha se estende durante 30 dias, após o dia D, em todos os municípios paraibanos e a meta é imunizar 604.992 animais, sendo 413.079 cães e 191.913 gatos.

“A raiva é uma das doenças mais estudadas em todo o mundo e, no entanto, não tem cura. A vacinação dos animais, especialmente cães e gatos, tem como foco, também, a proteção e promoção da saúde da população humana. É a única vacina animal preconizada e normatizada pelo Ministério da Saúde”, informou o chefe do Núcleo de Zoonoses da SES-PB, Francisco de Assis.

Todas as 12 Gerências Regionais de Saúde do Estado já receberam os insumos (seringas, agulhas e doses) e, a partir de então, devem repassar aos municípios. “Durante as duas últimas semanas, nós passamos por Guarabira, Itabaiana, Campina Grande, João Pessoa, Monteiro e Princesa Isabel. Nesta quinta-feira (18), ainda vamos aos municípios de Piancó e Patos. A intenção é repassar aos gestores e profissionais de saúde informações sobre a operacionalização da campanha – importância, objetivos, metas e disponibilidade de insumos”, adiantou Francisco de Assis.

A principal recomendação aos gestores é que a campanha seja divulgada amplamente nos municípios e que o início das atividades pode (e deve) ser antecipado. “Estamos próximos do período eleitoral e sabemos que ele atrapalha o andamento natural do serviço. Os municípios têm autonomia para iniciar a campanha antes do dia D, desde o momento da chegada das vacinas. Além disso, reforçamos o pedido de divulgação em hospitais, PSFs, rádios, associações comunitárias e igrejas para que toda a população fique atenta”, concluiu.
Pelo oitavo ano consecutivo, será utilizada a Vacina de Cultivo Celular em cães e gatos. Este tipo de vacina tem uma melhor resposta imunológica, ação mais duradoura e faz parte do Plano de Eliminação da Raiva Humana transmitida por cães e gatos e do Programa Nacional de Imunização, protocolo assinado pelos países latinos, junto à Organização Mundial de Saúde (OMS).  “Devem ser vacinados todos os cães e gatos a partir de três meses de idade, em bom estado de saúde. Não há contraindicação e essa é a única forma de evitar a infecção rábica em cães e gatos, principais focos da doença no ciclo urbano”, explicou Francisco.

O chefe do Núcleo de Zoonoses da SES-PB informou, ainda, que anualmente, na Paraíba, são atendidas cerca de 9.500 pessoas envolvidas em acidentes com animais. “Os cães respondem a 80% dos casos de acidentes e, por isso, salientamos a importância de manter os animais imunizados. Desta maneira, consequentemente, o ser humano também estará protegido da doença”, alertou Francisco de Assis orientando, ainda, que os cães e gatos que serão vacinados pela primeira vez, independente da idade, devem receber uma dose de reforço após 30 dias.

“Através de campanhas de rotina e de intensificação de vacinação, nota-se uma diminuição progressiva no número de casos de raiva em animais e ausência de casos de raiva humana transmitida por cães nos últimos 17 anos. O Dia D é 17 de setembro, mas os animais podem ser imunizados durante o ano inteiro. Quanto mais rápido o animal for protegido, melhor para o bem estar dele e também da família”, recomendou Francisco de Assis.

Cobertura vacinal – Nos últimos dois anos, a Paraíba superou a meta de vacinação que corresponde a 80% da população canina e felina estimada no Estado. Em 2014, foram vacinados 90,1% dos animais. Já em 2015, 85% dos animais foram vacinados.

A raiva – É uma doença infecciosa aguda, de etiologia viral, transmitida ao homem por meio de mordeduras, arranhaduras, lambedura de mucosas ou pele lesionada por animais raivosos, provocando uma encefalite viral aguda. A doença acomete o Sistema Nervoso Central, levando a óbito em curto espaço de tempo. É letal em aproximadamente 100% dos casos, por ser causada por um vírus mortal, tanto para os homens quanto para os animais. A única forma de evitá-la é a vacinação dos animais.

A raiva apresenta quatro ciclos de transmissão: no ciclo rural tem como principais transmissores os bovinos, caprinos, suínos, ovinos e equídeos; no ciclo silvestre, as raposas, guaxinins, macacos e roedores têm maior destaque na transmissão da doença; no ciclo aéreo, os morcegos representam maior perigo e no ciclo urbano os principais responsáveis pela manutenção do vírus rábico são os cães e gatos.

Os sintomas da raiva são característicos e variam no animal e no ser humano. O animal geralmente apresenta dificuldade para engolir, salivação abundante, mudança de comportamento, mudança de hábitos alimentares e paralisia das patas traseiras.

Nos cães, especificamente, o latido torna-se diferente do normal, parecendo um "uivo rouco", e os morcegos, com a mudança de hábito, podem ser encontrados durante o dia, em hora e locais não habituais.

Já nos seres humanos, no início, os sintomas são característicos: transformação de caráter, inquietude, perturbação do sono, sonhos tenebrosos; aparecem alterações na sensibilidade, queimação, formigamento e dor no local da mordedura. Essas alterações duram de dois a quatro dias. Posteriormente, instala-se um quadro de alucinações, acompanhado de febre; inicia-se o período de estado da doença, por dois a três dias, com medo de correntes de ar e de água, de intensidade variável. Surgem crises convulsivas periódicas.

secom


quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Profissionais de saúde discutem pré-natal de alto risco









Liliane Sena, gerente de saúde e Cláudia do Grupo Gestor.

Paulo Athayde

Um problema preocupante e que vem sendo compartilhado por todos os municípios da regional Patos, o encaminhamento de pré-natal de alto risco, foi tema de oficina e ampla discussão na manhã desta quarta-feira 17 no auditório do Sebrae, o Rodoshopping de Patos, da qual participaram médicos, enfermeiros e coordenadores da atenção básica.

O Grupo Condutor da Rede Cegonha da 6ª Região de Saúde, rede esta que busca assegurar às mulheres o direito ao planejamento reprodutivo, atenção humanizada da gravidez ao pós-parto, diante um quadro preocupante na regulação desse serviço, solicitou junto à Gerência de Saúde um momento de discussão sobre o tema com a Maternidade Dr. Peregrino Filho.

Com o auditório praticamente lotado, o médico Paulo Athaide, diretor clínico da Peregrino fez ampla explanação sobre situações que levam à gravidez de alto risco, o rito dos protocolos que devem assegurar o cuidar da saúde da mulher. Houve debate e reivindicações de melhorias no atendimento da Maternidade. “Foi um momento muito importante para que os profissionais tirassem suas dúvidas com Dr. Paulo e que possamos melhorar essa atenção tanto na Maternidade como na Atenção Básica”, comentou a gerente regional de saúde, Liliane Sena.

Marivalda Xavier, que faz parte do Grupo Condutor da Rede Cegonha, também destacou a importância desse encontro realizado em Patos, na busca de qualificar ainda mais a atenção ao pré-natal, a interligação do serviço do município com o da Maternidade.

Um dos assuntos mais discutidos pelo público presente foi o da referência e contra referência, ou seja, o município deve fazer o encaminhamento das dificuldades encontradas no pré-natal e a Maternidade, que possui atendimento para gestação de alto risco, devolver para o município o que avaliou da saúde da mulher, o que precisa ser feito com a gestante até de seu retorno à Maternidade.

A direção clínica da Peregrino Filho orientou os municípios a encaminharem ao setor responsável as gestantes de alto risco às terça e quartas-feiras a partir das 7h20. “Acredito que a partir dessa oficina os serviços irão melhorar na atenção às gestantes. Houve cobranças a todos, seja médico, enfermeira, da Maternidade, do município”, comentou Marivalda.




Marcos Eugênio (6ª GRS)

Sem atendimento médico: Patos fará revisão de PPI com municípios que o tem como referência


Diretoria da CIRs






Os serviços de saúde oferecidos aos municípios da 6ª Região de Saúde, tendo Patos como referência, deverá ter sua PPI - Programação Pactuada e Integrada (PPI) revista para corrigir distorções que estão impedindo a população usufruir de consultas, exames especializados.

A PPI foi o principal assunto pontual da reunião da CIRs – Comissão Intergestores Regional do Sertão, ocorrida na manhã desta terça-feira no auditório da 6ª GRS, contando com a participação da maioria dos secretários municipais de saúde, que há muito tempo discutem a situação com Patos, responsável pela regulação de tais serviços.

O secretário de Saúde de Patos, José Francisco de Souza (Zeca), se comprometeu, junto aos colegas gestores, fazer uma revisão da PPI para tentar atender as demandas de cada localidade. O que ocorre é que cada município tem direito à quantidade X de exames, consultas, dentro do que foi pactuado pela CIRs, porém a demanda não vem sendo atendida a bom tempo, causando uma série de problemas à população, que fica desassistida.

Um dos maiores obstáculos para resolver esse problema tem sido a tabela defasada do SUS, que há vários anos não é corrigida e alguns fornecedores, como clínicas, deixaram de prestar determinados serviços, a exemplo de raio X, por causa do valor irrisório repassado pelo SUS. “Da forma como esse sistema está funcionando não há município que aguente. Nem mesmo a demanda de consultas especializadas e laboratoriais está sendo atendida”, explica a nova presidente da CIRs, Rosângela Ferreira.

Ela explica que o gestor de Patos se comprometeu fazer a revisão da PPI de cada município. “Nossa intenção, depois de todos os dados fechados, cada um sabendo os serviços que precisa e quanto dispõe, é fazer um consórcio para que essa demanda seja atendida”, comentou Rosângela. Um exemplo citado por ela sobre a defasagem da tabela SUS, é uma consulta, supondo de R$ 40,00 e o Sistema Único de Saúde só pagar R$ 10,00, o que para o fornecedor se torna prejuízo.

A gerente regional de saúde, Liliane Sena, lembra que esse problema é antigo e que houve acordo com o gestor de saúde de Patos, Zeca, endossado pelos secretários, ficando acordado que todos os municípios serão ouvidos individualmente nessa reformulação da PPI. “Essa pactuação não é difícil apenas para a região de Patos, mas para o Estado todo por ser muito antiga e os recursos não conseguem cobrir os cursos de hoje. Um consulta que fiz há seis anos seu valor não é o mesmo hoje, mas o recurso do SUS não alterou nada”, enfatiza Liliane,

Unacon

Outro assunto da pauta da reunião foi a Unacon – Unidade de Oncologia de Patos, que ainda não funciona, mesmo o prédio já ter sido concluído. A gerente regional pediu apoio aos secretários que sensibilizassem os prefeitos de suas respectivas cidades, na assinatura de um documento reivindicando do Ministério da Saúde a liberação de recursos que contribuam para a abertura e funcionamento da Unacon, serviço de suma importância para atendimento de pacientes portadores de câncer de dezenas de municípios sertanejos. “Hoje o Governo do Estado trava essa luta junto ao Ministério. Com o apoio dos gestores municipais da região essa ação se torna bem mais fortalecida”, disse Liliane.


Marcos Eugênio (Ascom – 6ª GRS)

domingo, 14 de agosto de 2016




José Esteban Castro

O sociólogo e professor na Newcastle University da Inglaterra, José Esteban Castro esteve pela primeira no Sertão paraibano conduzindo seminário e curso na cidade de Patos. Apesar de ter sido sua nona passagem pela Paraíba, esta foi a primeira vez no Sertão, trazido pela UEPB, através do Projeto Univer-Cidade.

A programação de Esteban em Patos começou na segunda-feira 8 no auditório do Sebrae, com um seminário “Água, Saúde e Desenvolvimento do Semiárido”, que contou com a participação de 100 pessoas, 30 delas secretários municipais. Apesar da importância do tema para as cidades, nenhum prefeito compareceu para tratar desse assunto de suma importância para a saúde pública.

Considerado a maior autoridade nos estudos sobre água, coordenador da Rede Waterlat, que articula todas as comunidades de pesquisas que trabalham com a questão da água ou dos conflitos por ela, Esteban também ministrou um curso tratando de questões ambientais, políticas, sociais e de saúde com foco na água, numa promoção da UEPB. Houve participação de alunos de várias universidades, da iniciação científica, Pós-Graduação, profissionais de saúde da Paraíba, Rio Grande do Norte, Pernambuco.

De acordo com o Pró-Reitor Adjunto de Pós-Graduação e Pesquisa da UEPB, Cidoval Morais, o curso ministrado por Esteban trabalhou três eixos, sendo o primeiro sobre a água e saúde pública, considerada um bem essencial, direito de todos; o segundo teve objetivo de trazer o enfoque para a ecologia política, um olhar crítico e da determinação e envolvimento da sociedade nas políticas públicas sobre água. “O terceiro eixo é a busca pela criação de uma massa crítica na região para a construção de um programa de pós-graduação nessa temática, água e saúde pública”, completou Cidoval.

Ele comentou que o semiárido atravessa um período de escassez, mas não de falta de água, e sim problemas de distribuição, acrescentando que a forma como ela vem sendo distribuída hoje coloca em risco a saúde da população.

O Pró-Reitor falou dos desafios a partir dessa capacitação com Esteban Castro. Listou como o primeiro é a ampliação da discussão em torno do uso de componentes químicos, a exemplo dos usados em campanhas de combate ao mosquito Aedes, que vem sendo associado ao crescimento de incidência de câncer; melhorar a distribuição e qualidade da água; políticas de enfrentamento às estiagens mais sustentáveis.

“A partir desse curso temos muitos desafios. Esse curso nos ensina a pensar o planejamento governamental. Ele também nos ajuda a ter uma visão diferente da saúde pública, por que só temos uma visão curativa. Não queremos discutir doença e sim sua prevenção”, explicou. Acrescentou que houve interesse do professor da Newcastle de vir mais vezes para ampliar o debate em torno do tema água, bem precioso e do qual o sociólogo conhece profundamente os problemas, consequências de seu uso inadequado. Por fim agradeceu o apoio da 6ª Gerência Regional de Saúde, sem qual, na mobilização dos municípios, o seminário não teria alcançado êxito.



Marcos Eugênio 

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Patos recebe professor da Newcastle University, da Inglaterra, coordenador de estudos sobre água

 
Prof. Esteban - foto:yuotube.com

A UEPB, através de Projeto Univer-Cidade, traz a Patos nesta segunda-feira 8, o professor Jose Esteban Castro, da Newcastle University de Londres, coordenador e fundador da Rede Waterlat, uma das mais importantes redes latino-americanas que congrega cientistas, técnicos, lideranças de organizações e movimentos sociais, que discutem a problemática da água no planeta.

Esteban, uma das maiores autoridades em estudos sobre a água, foi convidado para trazer à Paraíba experiências da Rede Waterlat e destacar, neste seminário internacional, que acontece no auditório do Sebrae, Rodoshopping às 14h, o papel da vigilância epidemiológica e sanitária nesse processo de saúde pública que tem como principal elemento, a água, cada vez mais escassa e mal tratada pelo ser humano, em decorrência dos crimes cometidos contra o meio ambiente.

O evento é patrocinado pela UEPB em parceria com a Fiocruz, com apoio de várias entidades, a exemplo da 6ª Gerência Regional de Saúde. As inscrições para o seminário são gratuitas e deve atrair um grande público de toda a regional Patos. Ainda será oferecido o curso “Água, Saúde e Desenvolvimento do Semiárido”, a acontecer nos dias 9, 11 e 12, da próxima semana.

Na quarta-feira 10 no auditório da Biblioteca da UEPB, em Camina Grande (14h), esse mesmo tema será apresentado em seminário por Esteban, tendo como debatedores: professor Luis Henrique Cunha; o pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz, André Oliveira; e o diretor Geral do Instituto Nacional do Semiárido (INSA), Salomão de Sousa Medeiros.


Marcos Eugênio



PT faz convenção nesta sexta e oficializa candidatura de Lenildo Morais a prefeito de Patos



O Partido dos Trabalhadores realiza nesta sexta-feira (5) a convenção que irá oficializar o nome do geógrafo Lenildo Morais para disputar a Prefeitura de Patos. O encontro acontece a partir das 9h na Câmara de Vereadores de Patos, na Rua Horácio Nóbrega, no Bairro Belo Horizonte.

Durante a convenção serão divulgados também as legendas que apoiarão a candidatura de Lenildo, além dos candidatos a vereadores que farão parte da chapa encabeçada pelo PT. 

Os eleitores patoenses conhecerão também durante a convenção desta sexta-feira, o candidato a vice-prefeito que deve ser um nome apresentado por um dos partidos apoiadores do nome de Lenildo.

Luciana Rodrigues

Audiência pública sobre aleitamento e capacitações tiveram a participação da equipe do Banco de Leite da Maternidade de Patos




Audiência aconteceu em Patos e treinamentos em João Pessoa e marcaram o encerramento das atividades alusivas à Semana Mundial de Aleitamento


No último dia de atividades alusivas à Semana Mundial de Aleitamento, parte da equipe que atua no Banco de Leite Drª Vilani Kehrle da Maternidade de Patos participou de uma audiência pública, na Câmara Municipal da cidade, enquanto que outros profissionais estiveram em João Pessoa, onde participaram de capacitações sobre temas que envolvem a amamentação. O treinamento na capital paraibana foi realizado no auditório da Maternidade Frei Damião e conduzido pela consultora da Rede Ibero Americana de Bancos de Leite e da rede Brasileira, Sônia Galiza. Já a audiência na Câmara teve uma expressiva participação tanto de público que lotou a galeria, como de autoridades de saúde.

Segundo a coordenadora do Banco de Leite de Patos, Joana Sabino, que participou do treinamento em João Pessoa junto com as enfermeiras do porcionamento, Amanda Bento, e Tânia de Oliveira, da Maternidade, além da psicóloga Tuanny Dantas, a capacitação reviu os protocolos de segurança na distribuição de leite nas unidades neonatais. “Foi importante revisar os protocolos e nos atualizarmos em relação aos procedimentos”, disse Joana. O treinamento também contou com a participação da coordenadora estadual dos bancos de leite da Paraíba, Thayse Ribeiro.

Já na audiência pública da Câmara, o tema ‘Aleitamento e sua importância’ foi abordado por várias autoridades de saúde, entre as quais a bioquímica, Faldrecya Borges e a nutricionista, Silvana Oliveira, ambas do banco de Leite de Patos. As falas, que incluiu depoimentos de mães doadoras e receptoras, destacaram as vantagens e diferenciais da alimentação a base do leite materno no desenvolvimento da criança, principalmente nos primeiros seis meses de vida. “Não há alimento mais apropriado e completo que o leite materno e as chances de óbito nos primeiros 28 dias de vida dos bebês são comprovadamente minimizadas, quando eles são alimentados com o leite materno”, destacou Faldrecya em sua fala.

Ao fazer um balanço das atividades da Semana, Joana Sabino, afirma que foi positivo. “Realizamos panfletagem educativa, palestras com gestantes, com as equipes de saúde de São José de Sabugi, homenageamos as mães doadoras e receptoras, participamos da audiência pública e das capacitações em João Pessoa, de forma que foi um período curto, mas muito enriquecedor para todos que participaram e acredito que atingimos o nosso objetivo que foi o de chamar a atenção da sociedade para um assunto tão importante que é o aleitamento e a doação do leite excedente”, finaliza ela.

Assessoria



quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Criminosos destroem banco em explosão e fogem usando carro de prefeitura, na Grande JP

A agência do Banco do Brasil em Caaporã, na Região Metropolitana de João Pessoa, ficou destruída após explosão provocada por assaltantes na madrugada desta quarta-feira (3). Segundo a Polícia Civil, cerca de 20 homens teriam participado da ação. Até a publicação desta matéria, nenhum deles tinha sido preso.
Profissionais do Instituto de Perícias Científicas (IPC) já estavam no local no início da manhã e confirmaram que houve perda total na agência bancária. Tanto a estrutura física, quanto os equipamentos foram destruídos na explosão. O impacto foi tão forte que parte do prédio da prefeitura municipal, que fica ao lado do banco, foi danificada. Os peritos analisam se outras propriedades também foram atingidas pela explosão.
Caixas eletrônicos e cofre principal foram violados e a polícia acredita que os bandidos levaram boa parte do montante armazenado nos equipamentos. O valor estimado, no entanto, não foi divulgado. Algumas cédulas de dinheiro foram encontradas nos destroços da agência bancária.
Depois da ação, os criminosos teriam fugido em pelo menos quatro carros. Três foram encontrados abandonados na zona rural de Caaporã e, segundo a Polícia Civil, um deles é propriedade da prefeitura de Alhandra, também na região metropolitana. Até então, a polícia não havia recebido queixa de roubo de veículo institucional e vai investigar o caso. 

portalcorreio

PRF apreende comprimidos de anfetaminas com caminhoneiro

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu duas cartelas de comprimidos de anfetamina em uma fiscalização de rotina, na noite de hoje (02), no quilômetro 513 da BR 230, no município de Cajazeiras, Sertão paraibano. O medicamento pertencia a um caminhoneiro.

Os agentes da PRF abordaram um caminhão que vinha do município de João Dourado, que fica no Centro-Norte da Bahia, e tinha como destino final a cidade de Natal(RN). Durante a fiscalização os policiais descobriram que o caminhoneiro estava dirigindo há mais de 16 horas ininterruptas. Esse longo tempo dirigindo sem parar para descanso levou os policiais a desconfiarem de que o motorista poderia estar usando anfetamina, popularmente conhecida como “rebite”. A partir daí os PRFs iniciaram buscas no veículo até encontrar as duas cartelas com 25 comprimidos, escondidas em locais diferentes da cabine do caminhão. Uma das cartelas estava com cinco comprimidos a menos.

REBITES – Este tipo de medicamento, chamado popularmente de “rebite”, é um inibidor de apetite. No entanto, é muito utilizado por caminhoneiros por causa do efeito estimulante do sistema nervoso central, fato que inibe o sono por longas horas.

RISCOS – Quando o efeito do medicamento passa, o sono aparece de maneira incontrolável, o que eleva os riscos de grandes acidentes, pois ocorrências envolvendo caminhões são muitas das vezes catastróficas.

O caminhoneiro responderá à Justiça por porte de anfetamina sem receita médica. Este tipo de medicamento é de uso controlado.

Assessoria

Boletim aponta redução de mais de 85% nos casos da influenza na Paraíba



Os casos de influenza (gripe) registrados na Paraíba apresentaram uma redução a partir do mês de maio, segundo boletim divulgado nesta terça-feira (2) pela Secretaria de Estado da Saúde (SES). De acordo com os dados, o número de casos caiu 85,95% na comparação entre os meses de abril e junho. No período de 1º de janeiro a 28 de julho de 2016, foram notificados 228 casos para Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Desses, em 12,28% (28 casos) foram confirmados o agente etiológico influenza A (subtipo - H1N1), o mesmo que circula desde 2009. Em 31,14% (71 casos) foi descartada a presença do vírus de influenza e os demais seguem em investigação.

O boletim aponta que no mês de junho deste ano foram notificados 17 casos em todo estado. Já em abril, foram registrados 121 casos, enquanto no mês de maio ocorreram 48 notificações.  A redução, segundo a SES, pode estar associada à campanha de vacinação contra a influenza, realizada no mês de maio, quando o Estado atingiu a cobertura vacinal de 90,40%, totalizando 755.045 dos grupos prioritários imunizados.

“A vacina é um fator importante na redução dos casos de influenza, uma vez que atingiu o público-alvo, o que favorecia, até então, o aumento de casos das síndromes respiratórias graves”, avaliou a gerente executiva da Vigilância em Saúde da SES, Renata Nóbrega.

Diante do cenário atual, a Gerência Executiva de Vigilância em Saúde, recomenda a população e a todos os serviços de saúde do estado intensificar as ações de prevenção e controle mencionadas na Nota Técnica Nº 01 de abril de 2016/SES/PB, que contém orientações de prevenção para controle da transmissão de influenza na Paraíba.

Quanto aos óbitos, foram notificados 49 casos de SRAG com suspeitas de algum vírus de influenza, sendo 11 confirmados a identificação viral para influenza A (H1N1), nos municípios de Alagoinha (1); Baía da Traição (1); Cacimba de Dentro (1); Campina Grande (1); João Pessoa (2); Matureia (1); Sousa (1); Jericó (1); Condado (1) e Monteiro (1). Foram descartados 21 casos para o agente etiológico de Influenza e 13 óbitos seguem em investigação. A última comunicação de registro de óbitos suspeitos de influenza foi no mês de junho.

secom

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Saúde libera R$ 2,5 milhões para ações de vigilância na Paraíba

Desse total cerca de R$ 797 mil são para pagamento dos Agentes de Combate às Endemias (ACE)
O Ministério da Saúde publicou Portaria GM/MS nº 1.278, de 08/07/2016, que libera cerca de R$ 2,5 milhões referente ao Piso Fixo de Vigilância em Saúde (PFVS); da Assistência Financeira Complementar (AFC) e ao Incentivo Financeiro (IF) para o estado da Paraíba. No total, foram liberados R$ 114 milhões para todos os estados. É uma transferência direta do Fundo Nacional de Saúde (FNS) aos Fundos Municipais e Estaduais de Saúde.
O total de R$ 2,5 milhões está dividido em: R$ 1,7 milhão de PFVS; R$ 757 mil de Assistência Financeira Complementar (AFC) da União e R$ 39,8 mil referente ao incentivo financeiro (IF) para fortalecimento de políticas afetas à atuação dos 786 Agentes de Combate às Endemias do estado. Tanto o AFC quanto o IF são recursos  para o cumprimento do piso salarial profissional nacional dos Agentes de Combate às Endemias (ACE), de acordo com o monitoramento do mês de maio do Cadastro Nacional de Estabelecimento de Saúde (CNES). Todos esses recursos referem-se à competência financeira de junho deste ano.
Do total de R$ 114 milhões enviados a todo o país, R$ 79 milhões são referentes ao PFVS; R$ 33,6 milhões de Assistência Financeira Complementar (AFC) da União e R$ 1,7 milhão referente ao incentivo financeiro (IF). Todas as Secretarias Municipais e Estaduais de Saúde recebem o Piso Fixo. Porém, para receber a AFC e o IF para fins de pagamento do piso salarial dos ACEs, o município precisa cadastrar os seus agentes no Cadastro Nacional e cumprir as exigências legais, de acordo com uma série de portarias ministeriais.
A AFC e o IF destinam-se exclusivamente ao pagamento do piso salarial nacional dos Agentes de Combate a Endemias (ACE), fundamentais para o desenvolvimento de ações de prevenção e controle da dengue, leishmaniose, chikungunya, entre outras doenças endêmicas no país.
A Assistência Financeira Complementar (AFC), repassada pela União, corresponde a 95% do valor do piso salarial dos ACE, que atualmente é de R$ 1.014,00. Até então, não existia incentivo específico para pagamento de ACE. Os recursos do Piso Fixo de Vigilância em Saúde, repassados a todos os estados e municípios, destinados ao financiamento das ações de vigilância em saúde, podem inclusive ser utilizados para pagamento de pessoal.
Em cumprimento à Lei 12.994 de 2014, a Portaria 1.025, de 21 de julho de 2015, define o quantitativo máximo de ACE passível de contratação com o auxílio da AFC da União, de acordo com os parâmetros e diretrizes estabelecidos no Decreto nº 8.474, de 22 de junho de 2015. Os parâmetros em função da população e das peculiaridades locais estão relacionados às ações de campo de vigilância e controle de vetores e das endemias prevalentes em todo território nacional.
A AFC, a ser repassada pelo Ministério da Saúde aos estados, Distrito Federal e municípios, está condicionada aos requisitos estabelecidos em lei e será proporcional ao número máximo de ACE, passível de contratação com o auxílio desse recurso, em atividade no SUS, carga horária de 40 horas, vínculo direto e devidamente inserido no Sistema do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (SCNES).
O recurso da Assistência Financeira Complementar será deduzido até o limite de 50% do montante do Piso Fixo de Vigilância em Saúde do respectivo ente federativo, na medida em que o mesmo realizar o cadastro dos ACEs no SCNES.
Recurso adicional - Caso o limite estabelecido de 50% do PFVS seja ultrapassado, o Ministério da Saúde complementará os recursos financeiros na forma de AFC até o quantitativo máximo de ACE passível de contratação com a assistência financeira. Além disso, cada um dos mais de 5.500 municípios do país receberá um incentivo financeiro mensal para fortalecimento de políticas voltadas à atuação de agentes de combate a endemias, que será de 5% sobre o valor do piso salarial por ACE cadastrado no SCNES.
A Portaria 1.025, de 21 de julho de 2015, define para todo o Brasil o quantitativo máximo de 62.154 ACE passível de contratação com o auxílio da Assistência Financeira Complementar da União, levando em consideração o perfil epidemiológico, população e das peculiaridades locais.
Atualmente em todo o Brasil, são 78.856 ACE cadastrados no SCNES uma vez que os municípios são entes autônomos e, portanto, livres para contratar com recursos próprios segundo o interesse e necessidades locais mais agentes acima do quantitativo estabelecido na Portaria GM/MS nº 1.025/2015.
É importante destacar a publicação da Portaria GM/MS nº. 535/2016, com vigência a partir da competência financeira de agosto/2016, que revisa o quantitativo máximo de Agentes de Combate às Endemias passível de contratação com o auxílio da assistência financeira complementar da União,definindo um total de 89.708 ACE para todo o Brasil. Para tanto, os gestores terão até 31/07 para atualizarem o cadastro no SCNES dos respectivos ACE.
Portaria GM/MS nº. 1.278/2016 com os valores que serão repassados a cada UF:
Estado
Nº ACE ELEGIVEIS
Incentivo (R$)
 (R$) AFC (R$)
PFVS Mensal (R$)
Acre
189
9.582,30
182.063,70
 583.922,09
Alagoas
790
40.053,00
761.007,00
 1.255.034,65
Amazonas
167
8.466,90
160.871,10
3.569.823,87
Amapá
222
11.255,40
213.852,60
527.932,18
Bahia
3.761
190.682,70
3.622.971,30
5.810.055,15
Ceará
2.507
127.104,90
2.414.993,10
3.063.136,83
Distrito Federal
403
20.432,10
388.209,90
555.449,83
Espírito Santo
706
35.794,20
680.089,80
1.617.919,50
Goiás
1.951
98.915,70
1.879.398,30
2.394.388,16
Maranhão
1.393
70.625,10
1.341.876,90
4.501.106,61
Minas Gerais
4.168
211.317,60
4.015.034,40
8.804.989,87
Mato Grosso do Sul
715
36.250,50
688.759,50
930.703,83
Mato Grosso
817
41.421,90
787.016,10
1.627.130,95
Pará
1.821
92.324,70
1.754.169,30
5.429.055,75
Paraíba
786
39.850,20
757.153,80
1.760.569,44
Pernambuco
2.079
105.405,30
2.002.700,70
3.672.081,47
Piauí
512
25.958,40
493.209,60
1.471.892,82
Paraná
1.750
88.725,00
1.685.775,00
2.799.868,81
Rio de Janeiro
2.516
127.561,20
2.423.662,80
6.875.571,25
Rio Grande do Norte
948
48.063,60
913.208,40
1.281.924,56
Rondônia
272
13.790,40
262.017,60
1.280.324,32
Roraima
209
10.596,30
201.329,70
365.287,77
Rio Grande do Sul
860
43.602,00
828.438,00
3.107.650,60
Santa Catarina
459
23.271,30
442.154,70
1.866.602,77
Sergipe
541
27.428,70
521.145,30
861.154,88
São Paulo
3.982
201.887,40
3.835.860,60
12.142.516,01
Tocantins
414
20.989,80
398.806,20
959.046,37
TOTAL

R$ 1.771.356,60
R$ 33.655.775,40
R$ 79.115.140,34

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