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Nos últimos meses os serviços de entrega de correspondências pelos Correios e Telégrafos vêm causando revolta em muitos patoenses, que não aguentam mais pagar suas contas com juros, por sinal exorbitantes. É o caso do jornalista Genário Junior, assessor de imprensa da Prefeitura de Patos. Ele diz que já fez reclamações, mas o serviço não melhora. Contas de cartões de crédito têm sido as que causam maior desconforto aos patoenses, principalmente pelos encargos, que são altíssimos. Os carteiros se defendem dizendo que não há funcionários suficientes para esse trabalho, e que a empresa estatal não se preocupa em contratar gente suficiente para suprir essa necessidade.
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Mais de 600 pessoas, entre jornalistas, estudantes de Comunicação e secundaristas, professores, sindicalistas e integrantes do Movimento Sem Terra (MST) participaram, nesta quinta-feira (13) pela manhã, na Praça da Bandeira, em Campina Grande, de um grande ato de protesto contra a extinção da exigência do diploma para o exercício da profissão de jornalista.
A manifestação foi promovida pelo Fórum de Luta contra a Desregulamentação das Profissões de Nível Superior, que tem à frente o Sindicato dos Jornalistas Profissionais da Paraíba, a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e a Associação Campinense de Imprensa (ACI).
Vestindo roupas pretas, munidos de apitos, panelas e cartazes, e gritando palavras de ordem, todos protestaram contra a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) tomada no dia 17 de julho, que derrubou a exigência de diploma de graduação em jornalismo para o exercício da profissão.
O protesto teve inicio às 9 horas, no Curso de Comunicação Social da UEPB, no bairro de São José, e seguiu pelas ruas Lino Gomes, Treze de maio, Vidal de Negreiros e Avenida Floriano Peixoto, culminando na Praça da Bandeira, onde houve o ato de repúdio.
Durante o protesto, os manifestantes alertaram a comunidade sobre as graves conseqüências que o fim da obrigatoriedade do diploma para o exercício do jornalismo trará para a liberdade de expressão, para a democracia e para a sociedade.
Os manifestantes também queimaram um boneco simbolizando o ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, relator do processo e do parecer favorável à cassação da obrigatoriedade do diploma para o exercício de jornalismo.
Lideranças dos trabalhadores, professores, estudantes, representantes de várias entidades e pessoas da sociedade campinense ficaram solidários aos jornalistas e contra a decisão do STF. Todos alertaram que outras profissões podem ser desregulamentadas pelo Supremo, o que tem deixado a sociedade em alerta.
O Fórum de Luta contra a Desregulamentação das Profissões de Nível Superior está articulando o próximo protesto na cidade de Patos.
paraibaonline

Cada técnico responsável por determinado setor hospitalar fez seus comentários e ouviu do respectivo diretor os argumentos em resposta às observações. Houve muitos elogios em relação ao estado geral dos hospitais de Patos, elogios acrescentados de recomendações que vão ser supervisionadas e cobradas pela Secretaria de Saúde do Estado. O secretário estadual de saúde explicou ser necessário maior sintonia entre os chefes de setores e direção. “É crucial que todos assumam e executem suas funções para que as coisas funcionem como devem”, acrescentou.

A “mãe do território”, São João do Cariri, será a sede da apresentação do projeto que vai reunir os setores social, econômico, político e cultural
Não vai ser apenas a produção leiteira caprina que desta vez destacará nacionalmente o Cariri paraibano. Mas um projeto inovador e empreendedor que está sendo montado para a região no mês de outubro. O lançamento é no dia 19 de agosto, em São João do Cariri, a ”mãe do território”, como é chamada a primeira cidade local. A programação de quatro dias será lançada na ocasião.
Organizações governamentais e não governamentais estão envolvidas no projeto de integração regional com alternativas de desenvolvimento cultural, econômico, social, institucional e ambiental. Ações previstas serão apresentadas no lançamento do evento e uma vasta programação de quatro dias de mostra da gestão compartilhada.
É comum ver os eventos regionais no Estado com teatro, dança, música, literatura, artesanato e artes plásticas. Mas o EPC terá, além disso, produção agroecológica, caprinovinocultura, bovinocultura, apicultura, religiosidade, história, gastronomia, ecologia, esportes, gestão pública, educação, turismo, fitoterapia, tecnologia social, feira, negócios e agricultura familiar.
A cidade escolhida para sediar o EPC foi Monteiro pela posição geográfica de cidade pólo regional, sede de parceiros institucionais. O município ainda tem infraestrutura de teatro, praças, clube, auditórios, ginásios e espaços públicos.
“O projeto é bianual com debates, reflexões, exposições e deliberações para o desenvolvimento sustentável da região. Um espaço de capacitação, inovação e empreendedorismo”, explanou o idealizador e consultor executivo do evento, Arnaldo Júnior.
Ele tem a expectativa de que o projeto se consolide como um referencial de cooperação e união de esforços nas questões relacionadas ao desenvolvimento sustentável do Cariri paraibano. “Do mesmo modo será um marco no calendário turístico estadual, com participação de 31 municípios empenhados em fazer do EPC um dos maiores eventos do Nordeste”, disse.
Carona Cariri – Os organizadores do evento convidam jornalistas interessados em cobrir o lançamento. Serão disponibilizados transportes que sairão de João Pessoa e Campina Grande para São João do Cariri. O retorno será logo após a solenidade principal, antes das 13h00.
Ass. Sebrae