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quinta-feira, 3 de março de 2011

Descarga de mercadorias poderá ter horário determinado em Patos


Marcos Eduardo
Na sessão ordinária desta quinta-feira, que antecede o carnaval, o vereador Marcos Eduardo (PMDB) apresentou vários requerimentos, com destaque para um que solicita ao superintendente da STTRans, Dineudes Possidônio, determinar horário de descarga de mercadorias na Horácio Nóbrega. Hoje esse é um problema que causa bastante incômodo para a população, condutores de veículos. 

Disciplinar a descarga, como acontece em diversos municípios, é uma necessidade urgente para a cidade. Seria interessante que o pedido fosse abrangente, e não apenas localizado. Diariamente toneladas de produtos são entregues nos estabelecimentos de Patos, São inúmeros caminhões que fazem esse trabalho a qualquer hora do dia, atrapalhando o trânsito da cidade, que já está se tornando caótico, basta verificar no quesito estacionamento, quando em dia de feira, a exemplo de segunda e sábado é complicado se conseguir vagas. 

Marcos ainda pediu creche para o Novo Horizonte, unidade do PSF e quadra de esportes para a Vila Mariana, dentre outros. “São reivindicações dos moradores e nós, enquanto vereadores, seus legítimos representantes, temos a obrigação de lutar por elas”, disse Eduardo, presidente da Câmara. 

O vereador novato, Jefferson Melquíades, priorizou a cultura em seu discurso, defendendo amplo debate em torno da cultura de Patos, lembrando da importância de um teatro para a cidade, cobrando do governo municipal mais determinação na concretização do projeto da casa para espetáculos. José Mota lembrou a Jefferson que a cultura em Patos é relegada a segundo plano. Este fez um relato da época em que foi secretário de educação, falando das conquistas, como a biblioteca maior do estado, uma biblioteca em braile e teceu críticas ao governo Nabor, citando a questão prioridades da sua gestão.

Citou o caso do São João, quando a Prefeitura consegue recursos superiores a R$ 1 milhão e para a construção de um teatro, orçado em R$ 500 mil, não destina a parte que lhe cabe, algo em torno de R$ 200 mil, já que haveria, pelo projeto, participação do governo estadual e iniciativa privada.
Outro tema levantado durante a sessão foi a concessão de coletes para os mototaxistas levado à tribuna pelo vereador Sales Junior. Ele teria sido questionado por um mototaxista, que queria saber o motivo da não entrega do equipamento como havia sido prometido. Vários vereadores fizeram comentários sobre o assunto e querem uma posição do governo Nabor, até porque já havia acordo publicitário para a confecção de 4 mil coletes, que, com a padronização, se evitaria a presença de clandestinos, ampliando a segurança dos usuários desse transporte de concessão pública. (Marcos Eugênio)

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