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quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Prefeito de Patos é multado pelo TCE

O Tribunal de Contas do Estado multou o atual prefeito do município de Patos, Nabor Wanderley da Nóbrega Filho, em R$ 2.805,10 por contratações irregulares nos exercícios entre 2005 e 2009. A decisão foi tomada pela 2ª Câmara Deliberativa do TCE, presidida pelo conselheiro Arnóbio Alves Viana, durante a sessão desta terça-feira (10/08).
O relator do processo, conselheiro Fernando Rodrigues Catão, considerou irregulares as contratações feitas durante a gestão de Nabor sob o argumento de “excepcional interesse público”. Além de multar o gestor, o relator concedeu prazo de 60 dias para que as irregularidades sejam sanadas. Catão teve o voto seguido pelos demais integrantes da 2ªCâmara.
A sessão teve ainda outros 21 processos apreciados, entre contratos, aposentadorias e licitações nas modalidades Pregão e Carta Convite, além de inspeções de obras públicas realizadas pela Auditoria em vários municípios paraibanos. 

parlamentopb

Autoestima - Uma boa leitura para iniciar bem o dia


Inácio Andrade Torres – 11/08/2010
O ANALFABETO POLÍTICO
Na coluna anterior, apresentamos o texto contra o direito de voto aos analfabetos, de Rui Barbosa, escrito em início do século XX. Hoje, inserimos esse pensamento de Bertold Brecht (1898-1956), no qual o escritor realça a ingerência da política partidária na vida das pessoas. E, mais: a associação entre política partidária, conhecimento, poder, justiça e cidadania.
        “O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, não participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio depende das decisões políticas.
        O analfabeto político é tão ignorante que se orgulha e estufa o peito, dizendo que odeia a política.
        Não sabe que de sua ignorância nasce a prostituta, o menor abandonado, o assaltante e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, o corrupto e o explorador das empresas nacionais”.
        Que Deus acuda os eleitores brasileiros.
Coluna publicada simultaneamente com o pbnoticias.com

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Marina Silva foi a entrevistada do JN desta terça-feira


A candidata do PV à Presidência da República, Marina Silva, foi entrevistada ao vivo nesta terça-feira (10) no Jornal Nacional pelos apresentadores William Bonner e Fátima Bernardes. A presidenciável Dilma Rousseff (PT)  foi entrevistada na segunda-feira (9) e José Serra (PSDB) será ouvido na quarta-feira (11). A ordem das entrevistas foi definida em sorteio.


Ela respondeu a perguntas dos entrevistadores durante 12 minutos. Abaixo, leia a transcrição das perguntas e respostas dos primeiros 7 minutos (daqui a pouco, estará pronta, neste link, a transcrição na íntegra).


Fátima Bernardes: O Jornal Nacional dá continuidade hoje à série de entrevistas com os principais candidatos à Presidência em que nós abordamos questões polêmicas das candidaturas e o desempenho do candidato em cargos públicos que já tenha ocupado. Também o Bom Dia Brasil e o Jornal da Globo realizarão entrevistas nas próximas semanas. O sorteio, acompanhado por assessores dos partidos, determinou para hoje a presença da candidata do PV, Marina Silva. Boa noite, candidata. Muito obrigada pela presença.


Marina Silva: Boa noite, Fátima.


Fátima Bernardes: Bom. E o nosso tempo de 12 minutos dessa entrevista começa a ser contado a partir de agora. Candidata, a sua atuação na vida pública, como ministra, como senadora, foi especificamente voltada para a questão do meio ambiente. A senhora não tem uma experiência administrativa em outra área, em nenhum outro setor. Como é que a senhora pretende convencer o eleitor de que a sua candidatura é para valer e que ela não é apenas uma candidatura para marcar posição nessa questão do meio ambiente?


Marina Silva: Em primeiro lugar, Fátima, chamando a atenção da sociedade brasileira para a relevância das coisas que a gente está vivendo hoje, e eu sempre penso da seguinte forma: até 2014, qual será a temperatura da Terra? Até 2014, quantas crianças ainda continuarão sem ter a chance de chegar sequer à oitava série? Até 2014, quantas pessoas serão soterradas pelas enchentes por falta de cuidado? E, até 2014, quantos produtos nós não perderemos em função da falta de infraestrutura? Quantas oportunidades nós não perderemos em função da falta de educação de qualidade? E então...


Fátima Bernardes: Quer dizer que a sra. acha que essa questão do meio ambiente passa por todos esses outros setores?


Marina Silva: Com certeza. A minha candidatura é para agora porque o Brasil não pode esperar. Todas essas questões que eu coloquei agora para você, Fátima, elas são uma emergência, uma emergência para o cidadão que fica na fila esperando horas e horas para poder fazer um exame, uma emergência para a mãe que quer ter dias melhores para o seu filho porque ela já não aguenta mais a vida dura que tem e uma emergência para o Brasil, que tem imensas oportunidades de se desenvolver com justiça social, de melhorar a vida das pessoas...


William Bonner: Agora, candidata, perdoe, a senhora é candidata do Partido Verde e, até este momento, apresenta-se na eleição sem o apoio de nenhum outro partido. Se a senhora não conseguiu apoio para formar agora uma aliança antes da eleição, como é que a senhora vai formar uma base de sustentação para governar o Brasil depois, dentro do Congresso Nacional?


Marina Silva: Olha só, Bonner, eu acho que para mim é até mais fácil, sabe? É mais fácil, pelo seguinte: porque eu fico olhando para a ministra Dilma e para o governador Serra e eles já estão tão comprometidos com as alianças que fizeram que eles só podem repetir mais do mesmo, do mesmo quando foi o governo do presidente Fernando Henrique, que ficou refém do fisiologismo dos Democratas. E o presidente Lula, mesmo com toda a popularidade, acabou ficando refém do fisiologismo do PMDB.


William Bonner: Mas veja o raciocínio, o raciocínio que eu proponho...


Marina Silva: Deixe só eu completar meu raciocínio, por favor...


William Bonner: É que tem a ver com isso...


Marina Silva: Não, eu sei, eu sei, só para que a gente possa concluir. É, então, como eu estou dizendo que, se ganhar, eu quero governar com os melhores e já estou dizendo que é fundamental um diálogo entre o PT e o PSDB, estou dizendo que eu quero governar com a ajuda deles. Então eu vou compor uma base de sustentação já respaldada pela sociedade com essa ideia de que nós temos que acabar com a situação pela situação e com a oposição pela oposição e trabalhando a favor do Brasil. É assim que eu quero trabalhar. É isso o que eu estou dizendo e, pode ter certeza, quem pode estabelecer um ponto de união entre essas forças que não conversam e que nos seus oito anos de oposição ou de situação se confrontaram se chama Marina Silva.


William Bonner: A questão que eu ia colocar é a seguinte: se a senhora não conseguiu formar essa base de apoio agora, depois da eleição, uma base de apoio que se forme depois da eleição, não tem uma tendência maior ao tal fisiologismo que a senhora mesmo está criticando?


Marina Silva: Não tem, não tem...


William Bonner: Uma barganha de cargos federais...


Marina Silva: Não tem, Bonner, não tem. Sabe por quê? Porque existe muita gente boa em todos os partidos.


Fátima Bernardes: A senhora olhando para o seu partido, a senhora considera que o PV, ele tem quadros, olhando para os seus colegas, para governar o Brasil?


Marina Silva: Ele tem alguns quadros. Mas quem foi que disse que para governar você tem que governar apenas com os quadros de seu partido?


Fátima Bernardes: Não, eu estou perguntando porque ainda não há um acordo estabelecendo outras alianças.


Marina Silva: O presidente Lula teve de governar, inclusive, com quadros do PSDB. O PSDB trouxe quadros da sociedade, da academia. Eu, quando estava no ministério do Meio Ambiente, por exemplo, eu peguei as melhores pessoas que estavam na academia, que já estavam na gestão pública, que estavam dentro, enfim, de ONGs, sim, mas as pessoas mais competentes. E quando precisei, toda vez que precisei, Bonner, de aprovar leis no Congresso, a Lei de Gestão de Florestas Públicas, por exemplo, fundamental para o desenvolvimento sustentável da Amazônia, eu consegui aprovar os meus projetos com o apoio de todos os partidos, conversando com todos os partidos. É isso que o Brasil precisa. O Brasil precisa de um olhar que coloque em primeiro lugar as necesssidades dos brasileiros, da saúde, da educação, da segurança pública, da infraestrutura.


William Bonner: Ok.


Marina Silva: O nosso país não pode mais esperar e perder tempo com essa briga que não nos leva a lugar nenhum.


William Bonner: Candidata, vamos falar então... A senhora mencionou a questão, o papel do partido político. A senhora declarou já em algumas entrevistas que deixou o governo Lula e deixou o PT porque discordava da maneira como era conduzida a política ambiental no governo. No entanto, se nós voltarmos no tempo até aquele período do escândalo do mensalão, a senhora não veio a público para fazer uma condenação veemente daquele desvio moral de alguns integrantes do PT. A pergunta que eu lhe faço é a seguinte: o seu silêncio naquela ocasião não pode ser interpretado de uma certa maneira como uma conivência com aqueles desmandos?


Marina Silva: Não, Bonner, não foi conivência, e também não foi silêncio. É que, lamentavelmente, todas as vezes em que eu me pronunciava eu não tinha ninguém para me dar audiência e potencializar a minha voz. Mas eu falava.


William Bonner: A senhora diz dentro do governo?


Marina Silva: Dentro, fora.


William Bonner: Dentro do partido?


Marina Silva: Publicamente, nas palestras que eu dava, eu sempre dizia que aquilo era condenável, que deveria ser investigado, e que deveriam ser punidos todos os que praticaram irregularidades.


William Bonner: Mas, ministra...


Marina Silva: Agora, o que eu dizia sempre, Bonner, era uma coisa, é o seguinte: é que nem todos praticaram erros. E eu não pratiquei. Conheço milhares de pessoas que não praticaram o mesmo erro. E dentro do PT tinha muita gente que combatia junto comigo. Agora, para combater contra a falta de prioridade para as questões ambientais, aí eu era uma minoria. E foi por isso que eu saí. Eu saí porque não encontrava o apoio necessário para as políticas de meio ambiente que façam esse encontro entre desenvolver e entre proteger as riquezas naturais.

Ex candidato a prefeito de Patos anuncia adesão a Hugo, Francisca Motta e Maranhão




O ex candidato a prefeito de Patos e ex secretário de Administração no governo Dinaldo, Dineudes Possidônio(PDT), anunciou na tarde desta terça-feira(10), a sua adesão ao projeto de eleição do candidato a deputado Federal por Patos, Hugo Motta(PMDB), além de comunicar sua adesão a deputada Francisca Motta e ao governador José Maranhão.

Dineudes que concorreu às eleições municipais de 2004 contra o atual prefeito Nabor Wanderley, tendo conseguido mais de 21 mil votos na oportunidade, disse que tomou esta decisão após reunir a família e seus correligionários políticos, a partir de um convite de Hugo, Nabor, Chica e do governador, que lhe convidaram a integrar o projeto.

Ele disse ainda que já tinha pensado antes na possibilidade de mudar seus rumos políticos, mas que os convites formulados facilitaram a sua decisão, bem como a aproximação e relação respeitosa que sempre nutriu com o prefeito Nabor e pela deputada Chica Motta, mesmo tendo sido derrotado nas urnas pelo primeiro. “Mesmo estando em lados opostos, sempre tive uma amizade com Nabor desde os tempos de colégio, e ele sempre me respeitou sem que nunca houvesse ataques mútuos”, revelou ele.

Dineudes afirmou que passa a integrar o projeto de Hugo e da deputada por entender que este é o melhor para Patos. “Não estou mudando de lado por interesse, mas minha convivência no meu antigo grupo não era mais suportável. Depois de vinte anos servindo a um grupo, vejo que hoje o melhor é encarar uma nova realidade e se engajar nesse projeto que não é meu, nem de Hugo, mas de Patos. A cidade não pode mais ficar sem representante na Câmara Federal. E vejo em Hugo esta possibilidade”, completou ele.

A partir de agora Dineudes passa a integrar a coordenação da campanha de Hugo e Chica Motta na região do Sertão. “Tenho certeza que tenho muito a contribuir, pois tenho experiência de campanha”, disse ele.

Dineudes que foi vereador entre 1993 e 1996, disse que a falta de prestígio dentro de seu grupo, levou-o a se sentir escanteado e sem afago. “Faltou respeito e afago. Fui perdendo meu espaço e caindo no esquecimento dentro do grupo. Então é natural que você deva procurar novos caminhos e espaços. A política é muito dinâmica e hoje eu posso com muita liberdade tomar esta decisão por que sempre servi mais do que fui servido”.

Dineudes disse que desde as ultimas eleições municipais faltou atenção de seu grupo. “Mesmo assim deixo o meu agradecimento a todos a quem servi, mas agora estou mudando de lado, pois na vida sempre temos que tomar decisões. Digo que não é uma decisão oportunista e sim de pensamento”, disse ele.

Dineudes disse ainda que não teme represálias, pois eles sabem da sua participação por 20 anos a um grupo que sempre deu o seu “sangue” para que obtivesse vitórias. “nunca medi esforços para representar meu antigo grupo, mas nem sempre recebi o lhe era devido. Mesmo assim sou grato por tudo o que fizeram por mim e pelo que fiz por eles, pois foi com boa intenção”, revelou Dineudes.

Assessoria

Roubo de moto em Matureia-PB


Policiais militares estão tentando identificar e prender os autores de um roubo de moto ocorrido ontem, por volta das 19h30, no centro de Matureia-PB. As vítimas foram Rubilene de Oliveira Nascimento, 18 anos, e a menor R.N.F., 16 anos, que estavam em uma moto TITAN CG 150 KS, de cor preta, ano 2008, placa EFS 0441, Baurú, São Paulo, quando foram abordadas por dois homens que estavam armados em uma moto e anunciaram o assalto levando o veículo em que as mesmas se encontravam. O fato foi informado à autoridade judiciária local para as devidas providências.
Suicídio e tentativa de suicídio em Patos
Durante a tarde de ontem (09), por volta das 13h40, o aposentado Francisco Aires Cabral, 84 anos, foi encontrado morto em sua residência na Rua Galdino Guedes, no Bairro Belo Horizonte em Patos, vítima de enforcamento. A filha que o encontrou não soube informar os motivos que levaram o pai ao delito. O local foi isolado pela Polícia Militar, que solicitou a presença do delegado de plantão.
Ontem também, por volta das 20h20, Expedito da Costa Silva, 33 anos, residente na Rua Antonio Soares da Silva, no bairro Vila Teimosa em Patos, tentou se matar com uma corda no pescoço. A Polícia foi acionada e o encontrou com vida, providenciando seu socorro. Em seguida o mesmo foi levado à Delegacia de Policia para explicar o ato.

Dilma é entrevistada no JN

A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, foi entrevistada ao vivo nesta segunda-feira (9) no Jornal Nacional pelos apresentadores William Bonner e Fátima Bernardes.

Na entrevista ela respondeu a perguntas dos entrevistadores durante 12 minutos. Abaixo, leia a transcrição das perguntas e respostas. 

William Bonner: O Jornal Nacional dá início nesta segunda-feira a uma série de entrevistas ao vivo com os principais candidatos à Presidência da República. Nós vamos abordar aqui temas polêmicos das candidaturas e também confrontar os candidatos com suas realizações em cargos públicos. É claro que não seria possível esgotar esses temas todos em uma única entrevista, mas nas próximas semanas os candidatos estarão também no Bom Dia Brasil e no Jornal da Globo.
O sorteio realizado com a supervisão de representantes dos partidos determinou que a candidata do PT, Dilma Rousseff, seja a entrevistada de hoje. Nós agradecemos a presença da candidata. Boa noite, candidata.

Dilma Rousseff: Boa noite.

William Bonner: E informamos também que o tempo de 12 minutos da entrevista começa a contar a partir de agora. Candidata, o seu nome como candidata do PT à Presidência foi indicado diretamente pelo presidente Lula, ele não esconde isso de ninguém. Algumas pessoas criticaram, disseram que foi uma medida autoritária, por não ter ouvido as bases do PT. Por outro lado, a senhora não tem experiência eleitoral nenhuma até este momento. A senhora se considera preparada para governar o Brasil longe do presidente Lula?

Dilma Rousseff: Olha, William, olha, Fátima, eu considero que eu tenho experiência administrativa suficiente. Eu fui secretária municipal da Fazenda, aliás, a primeira secretária municipal da Fazenda de capital. Depois eu fui sucessivamente, por duas vezes, secretária de Energia do Rio Grande do Sul. Assumi o ministério de Minas e Energia, também fui a primeira mulher, e fui coordenadora do governo ao assumir a chefia da Casa Civil, que, como vocês sabem, é o segundo cargo mais importante na hierarquia do governo federal. Então, eu me considero preparada para governar o país. E mais do que isso, eu tenho experiência, eu conheço o Brasil de ponta a ponta, conheço os problemas do governo brasileiro.

William Bonner:
Mas a sua relação com o presidente Lula, a senhora faz questão de dizer que é muito afinada com ele. Junto a isso, o fato de a senhora não ter experiência e ter tido o nome indicado diretamente por ele, de alguma maneira a senhora acha que isso poderia fazer com que o eleitor a enxergasse ou enxergasse o presidente Lula atualmente como um tutor de seu governo, caso eleita?

Dilma Rousseff: Você sabe, Bonner, o pessoal tem de escolher o que é que eu sou. Uns dizem que eu sou uma mulher forte, outros dizem que eu tenho tutor. Eu quero te dizer o seguinte: a minha relação política com o presidente Lula, eu tenho imenso orgulho dela. Eu participei diretamente com o presidente, fui braço direito e esquerdo dele nesse processo de transformar o Brasil num país diferente, num país que cresce, que distribui renda, em que as pessoas têm a primeira vez, depois de muitos anos, a possibilidade de subir na vida. Então, eu não vejo problema nenhum na minha relação com o presidente Lula. Pelo contrário, eu vejo que até é um fator muito positivo, porque ele é um grande líder, e é reconhecido isso no mundo inteiro.

Fátima Bernardes: A senhora falou de temperamento. Alguns críticos, muitos críticos e alguns até aliados falam que a senhora tem um temperamento difícil. O que a gente espera de um presidente é que ele, entre outras coisas, seja capaz de fazer alianças, de negociar, ter habilidade política para fazer acordos. A senhora de que forma pretende que esse temperamento que dizem ser duro e difícil não interfira no seu governo caso eleita?

Dilma Rousseff: Fátima, estava respondendo justamente isso, eu acho que têm visões construídas a meu respeito. Eu acho que sou uma pessoa firme. Acho que em relação aos problemas do povo brasileiro, eu não vacilo. Acho que o que tem que ser resolvido prontamente, nós temos que fazer um enorme esforço. Eu me considero hoje, até pelo cargo que ocupei, extremamente preparada no sentido do diálogo. Nós, do governo Lula, somos eminentemente um governo do diálogo. Em relação aos movimentos sociais, você nunca vai ver o governo do presidente Lula tratando qualquer movimento social a cassetete. Primeiro nós negociamos, dialogamos. Agora, nós também sabemos fazer valer a nossa autoridade. Nada de ilegalidade nós compactuamos.

Fátima Bernardes: Agora, no caso, por exemplo, a senhora falou de não haver cassetete, mas talvez seja a forma de a senhora se comportar. O próprio presidente Lula, este ano, em discurso durante uma cerimônia de posse de ministros, ele chegou a dizer que achava até natural haver queixas contra a senhora, mas que ele recebeu na sala dele várias pessoas, colegas, ex-ministros, ministros, que iam lá se queixar que a senhora maltratava eles.

Dilma Rousseff: Olha, Fátima, é o seguinte, no papel... Sabe dona de casa? No papel de cuidar do governo é meio como se a gente fosse mãe. Tem uma hora que você tem de cobrar resultado. Quando você cobra resultados, você tem de cobrar o seguinte: olha, é preciso que o Brasil se esforce, principalmente o governo, para que as coisas aconteçam, para que as estradas sejam pavimentadas, para que ocorra saneamento. Então tem uma hora que é que nem... Você imagina lá sua casa, a gente cobra. Agora, tem outra hora que você tem de incentivar, garantir que a pessoa tenha estímulo para fazer.

Fátima Bernardes: Como mãe eu entendo, mas, por exemplo, como presidente não tem uma hora que tem que ter facilidade de negociar, por exemplo, futuramente no Congresso, futuramente com líderes mundiais, ter um jogo de cintura ai?

William Bonner: O presidente falou em maltratar, não é, candidata?

Dilma Rousseff: Não, o presidente não falou em maltratar, o presidente falou que eu era dura.

William Bonner: Não, ele disse isso. A senhora me perdoe, mas o discurso dele está disponível. Ele disse assim: as pessoas diziam que foram maltratadas pela senhora. Mas a gente também não precisa ficar nessa questão até o fim da entrevista, têm outros temas.

Dilma Rousseff: É muito difícil, depois de anos e anos de paralisia, e houve isso no Brasil. O Brasil saiu de uma era de desemprego, desigualdade e estagnação para uma era de prosperidade. Nós tínhamos perdido a cultura do investimento...
William Bonner: Vamos falar de alianças políticas, o que é importante...
Dilma Rousseff: ...e aí houve uma força muito grande da minha parte nesse sentido, de cumprir meta, de fazer com que o governo Lula fosse esse sucesso que eu tenho certeza que ele está sendo.

William Bonner: A senhora tem agora nessa candidatura, além do apoio do presidente, a senhora também tem alianças, né?, formadas para essa sua candidatura. Por exemplo, a do deputado Jader Barbalho, por exemplo, a do senador Renan Calheiros, por exemplo, da família Sarney. A senhora tem o apoio do ex-presidente Fernando Collor. São todas figuras da política brasileira que, ao longo de muitos anos, o PT, o seu partido, criticou severamente. Eram considerados como oligarcas pelo PT. Onde foi que o PT errou, ou melhor, quando foi que ele errou: ele errou quando fez aquelas críticas todas ou está errando agora, quando botou todo mundo debaixo do mesmo guarda-chuva?

Dilma Rousseff:  Eu vou te falar. Eu perguntava outra coisa: onde foi que o PT acertou? O PT acertou quando percebeu que governar um país com a complexidade do Brasil implica necessariamente a sua capacidade de construir uma aliança ampla.

William Bonner: Errou lá atrás?

Dilma Rousseff: Não. Nós não... O PT não tinha experiência de governo, agora tem. Agora... Nós não erramos e vou te explicar em que sentido: não é que nós aderimos ao pensamento de quem quer que seja. O governo Lula tinha uma diretriz: focar na questão social. Fazer com que o país tivesse a seguinte oportunidade: primeiro, um país que era considerado dos mais desiguais do mundo, diminuir em 24 milhões a pobreza. Um país em que as pessoas não subiam na vida elevar para as classes médias 31 milhões de brasileiros. Para fazer isso, quem nos apoia, aceitando os nossos princípios e aceitando as nossas diretrizes de governo, a gente aceita do nosso lado. Não nos termos de quem quer que seja, mas nos termos de um governo que quer levar o Brasil para um outro patamar, para uma outra...

William Bonner: O resumo é: o PT não errou nem naquela ocasião, nem agora.

Dilma Rousseff: Não, eu acho que o PT não tinha tanta experiência, sabe, Bonner, eu reconheço isso. Ninguém pode achar que um partido como o PT, que nunca tinha estado no governo federal, tem, naquele momento, a mesma experiência que tem hoje. Acho que o PT aprendeu muito, mudou, porque a capacidade de mudar é importante.

William Bonner: Vamos lá. Candidata, vamos aproveitar o tempo da melhor maneira. O PT tem hoje já nas costas oito anos de governo. Então é razoável que a gente tente abordar aqui alguma das realizações. Vamos discutir um pouco o desempenho do governo em algumas áreas, começando pela economia. O governo festeja, comemora muito melhoras da área econômica. No entanto, o que a gente observa, é que quando se compara o crescimento do Brasil com países vizinhos, como Uruguai, Argentina, Bolívia, e também com aqueles pares dos Brics, os chamados países emergentes, como China, Índia, Rússia, o crescimento do Brasil tem sido sempre menor do que o de todos eles. Por quê?

Dilma Rousseff:  Olha, eu acredito que nós tivemos um processo muito mais duro no Brasil com a crise da dívida e com o governo que nos antecedeu.

William Bonner: Mais duro do que no Uruguai e na Bolívia, candidata?

Dilma Rousseff: Acho que o Uruguai e a Bolívia são países, sem nenhum menosprezo, acho que os países pequenos têm que ser respeitados, do tamanho de alguns estados menores no Brasil. O Brasil é um país de 190 milhões de habitantes. Nós tivemos um processo no Brasil muito duro. Quando chegamos no governo, a inflação estava fora do controle. Nós tínhamos uma dívida com o Fundo Monetário, que vinha aqui e dava toda a receita do que a gente ia fazer.

William Bonner: Correto, candidata. Mas a Rússia. A Rússia também teve dificuldades e é um país enorme...

Dilma Rousseff: Mas, só um pouquinho. Mas o que nós tivemos que fazer, Bonner. Nós tivemos que fazer um esforço muito grande para colocar as finanças no lugar e depois, com estabilidade, crescer. E isso, este ano, a discussão nossa é que estamos entre os países que mais crescem no mundo, estamos com a possibilidade de ter uma taxa de crescimento do Produto Interno Bruto de 7%.

William Bonner: Mas abaixo dos demais.

Dilma Rousseff: Não necessariamente, Bonner. Porque a queda, por exemplo, na Rússia... Sem falar, sem fazer comparações com soberba... Mas a queda da economia russa no ano passado foi terrível.

William Bonner: A senhora, de alguma maneira...

Fátima Bernardes: Vamos falar agora... Só um minutinho.

Dilma Rousseff: Criamos quase 1,7 milhão de empregos no ano da crise.

Fátima Bernardes: Candidata, vamos falar um pouquinho de outro problema, que é o saneamento. Segundo dados do IBGE, o saneamento no Brasil passou de 46,4% para 53,2% no governo Lula, um aumento pequeno, de 1 ponto percentual mais ou menos, ao ano. Por que o resultado fraco numa área que é muito importante para a população?

Dilma Rousseff: Porque nós vamos ter um resultado excepcional a partir dos dados quando for feita a pesquisa em 2010. Talvez, Fátima, uma das áreas em que eu mais me empenhei foi a área de saneamento. Porque o Brasil, só para você ter uma ideia, investia menos de R$ 300 milhões, o governo federal, menos de R$ 300 milhões no Brasil inteiro. Hoje, aqui no Rio, numa favela, aqui, a da Rocinha, em que eu estive hoje, nós investimos mais de R$ 270 milhões.

Fátima Bernardes: Mas, candidata, esses são dados de seis anos. Quer dizer, esse resultado que a senhora está falando... vai aparecer de um ano e meio para cá?

Dilma Rousseff: O que aconteceu. Nós lançamos o Programa de Aceleração do Crescimento, para o caso do saneamento, na metade de 2007. Começou a amadurecer porque o país parou de fazer projetos, prefeitos e governadores. Apresentaram os projetos agora, em torno do início de 2008, e aceleraram. Eu estava vendo recentemente que nós temos hoje uma execução de obras no Brasil inteiro. Aqui, Rocinha, Pavão-Pavãozinho, Complexo do Alemão. Obras de saneamento, obras de habitação. A Baixada Santista, no Rio, e a Baixada Fluminense aqui no Rio de Janeiro, ela teve um investimento monumental em saneamento.

Fátima Bernardes: A gente gostaria agora que a senhora, em 30 segundos, desse uma mensagem ao eleitor, se despedindo então da sua participação no Jornal Nacional.

Dilma Rousseff: Olha, eu agradeço a vocês dois e quero dizer para o eleitor o seguinte: o meu projeto é dar continuidade ao governo do presidente Lula. Mas não é repetir. É avançar e aprofundar, é basicamente esse olhar social, que tira o Brasil de uma situação de país emergente e leva o nosso país a uma situação de país desenvolvido, com renda, com salário decente, com professores bem pagos e bem treinados. Eu acredito que o Brasil... É a hora e a vez dele. E que nós vamos chegar a uma situação muito diferente, cada vez mais avançada agora no final de 2014, deste governo.

Fátima Bernardes: Muito obrigada, candidata, pela sua participação aqui na bancada do Jornal Nacional. Amanhã, a entrevistada ao vivo aqui no Jornal Nacional será a candidata do PV, Marina Silva.

G1

Ministério Público Eleitoral recorre para impugnar registros de candidatos paraibanos


Marcos Eugênio

O Ministério Público Eleitoral não se conformou com o deferimento pelo TRE de 73 dos 97 registros de candidatos paraibanos considerados por aquele órgão como impugnáveis e está recorrendo ao TSE – Tribunal Superior Eleitoral para que haja novo julgamento, em estância superior.

Com essa decisão candidatos a exemplo de Dinaldo Wanderley (PSDB), Carlos Batinga (PSC), Ivaldo Morais (PMDB), Ataíde Mendes Pedrosa (Branco), dentre muitos outros, vão ficar por mais um tempo na expectativa. A Assessoria de Dinaldo entrou em contato com o pbnoticias e informou que ele está tranquilo e bastante confiante que não haverá qualquer tipo de impedimento de seu registro.

O MPE havia encaminhado relação com 97 registros de candidaturas que os considerava impugnáveis, para que o TRE os julgasse. O Tribunal Regional Eleitoral acabou deferindo 73 desses registros. O MPE resolveu então recorrer junto ao TSE.

A data limite para que o TSE julgue todos os recursos sobre os pedidos de candidatos é dez dias antes das eleições, ou seja, dia 23 de setembro. Até lá muitas águas podem rolar.

Câmara abre as atividades legislativas do 2º semestre



A Câmara Municipal de Vereadores de Itaporanga-PB realizou no último sábado (07) a primeira sessão do segundo semestre legislativo de 2010. A reunião teve inicio às 10h30 da manhã e foi transmitida pela rádio Boa Nova FM e pela Internet, através do site da Câmara.
A sessão de retorno às atividades foi dividida em duas partes, a primeira cumpriu o expediente do dia em sessão ordinária e a segunda fez uma homenagem ao homem do campo, trazendo para discussão os principais problemas e reivindicações dos agricultores.
Todos os vereadores estiveram presentes, e a reunião contou ainda com a participação do secretário de agricultura do município, Sebastião Rodrigues, e do presidente da Umacri, Janduir Martins, que falaram sobre as ações desempenhadas na área da agricultura.
A iniciativa do presidente em exercício, o vereador Francisco Saulo, foi bem aceita pelos demais vereadores e elogiada pelos presentes. Segundo Saulo, o objetivo foi focar os principais assuntos que envolvem a qualidade de vida no campo e gerar providências. 
Todos os requerimentos apresentados obtiveram a aprovação da Casa. Em véspera do dia dos pais, os vereadores também aproveitaram para parabenizar os pais pela data.

Rilmara Galvao

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Produção de Pinha e DVDs para a Creche municipal em Matureia


A Secretaria de Educação de Matureia adquiriu 25 DVDs para a Creche Municipal. A proposta é tornar o local mais estimulante para as crianças matriculadas.

As novas ferramentas, aliadas aos recursos existentes,  auxiliarão no desenvolvimento das capacidades de percepção , pensamento e na interação.

A Creche Municipal possui cerca de 200 crianças que no início de 2011 serão transferidas para as novas instalações. A  unidade  está em construção e disponibilizará de vários ambientes com  conforto e espaço para brincadeiras e atividades lúdicas.

Treinamento Sobre o Cultivo e a Produção de Pinha Pretende Acabar com a Cultura Extrativista

 A Secretaria de Desenvolvimento de Matureia em parceria com o Sebrae vai iniciar ainda essa semana um treinamento com agricultores sobre o plantio de mudas de pinha e técnicas de manejo de árvores frutíferas.

Os agricultores repassarão as sementes coletadas nas comunidades rurais, a prefeitura fornecerá os sacos e a orientação técnica para a produção de mudas. A expectativa dos coordenadores do projeto é que cada agricultor plante entre 50 e 100 mudas.

Após o plantio será feito o acompanhamento das etapas de crescimento das plantas até a fase de plantio definitivo. Dessa forma, a equipe de técnicos e agrônomos da secretaria planejam pôr fim a cultura extrativista da fruta. 

Segundo o agrônomo, Edson Marconi Moura Alves, a maioria dos agricultores se limita a colher a pinha, não obedece às regras de cultivo, que melhoram a qualidade e elevam os índices de produtividade.

Ele disse que o potencial do município de Matureia para o cultivo da pinha é enorme, mas é preciso qualificação dos agricultores familiares que estão diretamente ligados ao cultivo da fruta.

A pinha é da família das anonáceas é também conhecida como fruta-de-conde, essa anonácea apresenta características peculiares como à casca em forma de gomos, aparência áspera, e quando madura é muito delicada e mole, desmanchando–se facilmente. Possui uma polpa adocicada, muito apreciada pelos consumidores que a utilizam in natura e para sucos.

A planta começa a produzir após três anos do plantio, tem tamanho variado, de acordo com a variedade, podendo atingir até sete metros de altura. Suas folhas são rígidas e as flores delicadas, e podem ser polinizadas artificialmente. A coloração da flor é esverdeada, e a planta pode florescer durante todo o ano, a partir da utilização de tecnologias como a de irrigação e indução floral.  


Projovem Campo


    A Secretaria de Educação do município de Matureia  em parceria com o Governo Federal abriu 30 vagas para o Projovem Campo. A  proposta é promover a inclusão socioeducacional de pessoas com idade entre 18 a 29 anos que residem na área rural.

Os jovens inscritos terão direito  a uma bolsa de 100 reais a cada dois meses e receberão  aulas  sobre desenvolvimento sustentável, técnicas agrícolas, além de concluir o Ensino Fundamental.

Para ter direito a participar do programa,  a pessoa tem que ser agricultor e estar ligado a alguma atividade no campo , além de ensino fundamental incompleto.

Segundo dados da Secretaria Municipal de Educação, até o momento 13 agricultores aderiam ao programa. A expectativa é que até a próxima semana as vagas sejam preenchidas, pois o municipio tem uma população rural considerada elevada e baixos índices de qualificação.

O curso terá duração de dois anos e os agricultores terão aulas práticas e teóricas (escola -comunidade). O Programa foi criado em 2005 , Saberes da terra, depois foi integrado ao Programa Nacional de Inclusão dos Jovens (Projovem), para assegurar a  qualificação e a formação de  profissionais do campo.
 
Renata Dantas

Setor têxtil de Cajazeiras escoa 99% de sua produção para outros estados


Empresários buscam estruturar atividade em busca de transformar a cidade em Pólo de Confecções

Considerada para o município, assim como o comércio varejista, uma das atividades mais importantes da economia local, o setor têxtil em Cajazeiras escoa 99% de sua produção para estados como o Rio Grande do Norte, Maranhão e Pará, ficando apenas com 1% do produzido para circulação no comércio local. Orientado em diversas ações de melhoria pelo Sebrae Paraíba, o segmento tem como meta audaciosa constituir um Pólo de Confecções na cidade, assim como fez, por exemplo, a cidade de Santa Cruz do Capibaribe, em Pernambuco, que já é referência nacional do setor.

Segundo dados revelados em um diagnóstico feito com mais de 10 empresas do setor elaborado no final de 2009 pelo Sebrae, são produzidos mensalmente 65 mil peças entre modinha (blusas, vestidos) e moda íntima (calcinha, cuecas, sutiãs, camisolas), além das empresas que trabalham com a fabricação e representação de tecidos e malhas. Essa produção movimenta mais de 500 postos de emprego para a comunidade local. Segundo Fabíola Martins, gestora do Projeto de Orientação Empresarial do Sebrae em Cajazeiras, vale destacar que diversas outras fabriquetas informais atuam na cidade em fundos de quintais.

“Com essas pequenas instalações nas casas de moradores com toda a certeza esses números crescem ainda mais. Estamos caminhando nas melhorias do setor, mas potencial a cidade tem sim para um dia virar um Pólo”, projeta Fabíola, que acompanha o núcleo nos avanços.

Outra meta dos empresários é transformar a atividade em um arranjo produtivo local, desenvolvendo atividades econômicas correlatas e que apresentem vínculos de produção, interação, cooperação e aprendizagem. Desde 2009, o Sebrae realiza junto ao grupo diversas ações de capacitação e já promoveu mudança nos layouts das empresas assim como o melhoramento da execução da parte financeira. Dentro dessa perspectiva também já foram oferecidos cursos de modelagem, aperfeiçoamento para mecânicos de manutenção e oficinas gerenciais.

Presença fora- Atuando de forma continuada para a consolidação do setor, 10 empresas de Cajazeiras marcarão presença na Febratex. O evento é considerado como a maior feira latino-americana da indústria têxtil e será realizado em Blumenal, Santa Catarina, a partir desta terça-feira, dia 10. Além das empresas do Sertão, mais três empresas de João Pessoa participam da caravana.

A Feira reúne o melhor em todos os segmentos da cadeia têxtil, entre máquinas de costura, máquinas de corte, aviamentos, etiquetas, embalagens, acabamentos, fios, estamparias, automação industrial, informática, teares e matérias-primas. Além da exposição e espaço de negociações e troca de experiências, o evento também realiza o Seminário Tecnológico onde serão tratados diversos temas atuais ligados ao setor, como os e-tecidos que utilizam materiais inteligentes para a moda e o desenvolvimento virtual de produtos de moda em avatares na web em redes compartilhadas de design. Os empresários ainda participam de uma visita técnica a uma empresa. 

Ascom Sebrae
 

Patos inicia 2ª etapa de vacinação contra pólio


A Secretaria Municipal de Saúde de Patos iniciou na manhã desta segunda-feira 09, a segunda etapa de vacinação contra poliomielite, com meta de imunizar 8.367 crianças menores de cinco anos.

A vacina está sendo oferecida nas 36 unidades de saúde do PSF, na cidade e zona rural. O trabalho de imunização prossegue até o próximo sábado, dia 14, dia D da campanha, quando funcionarão 40 postos. São mais de 200 profissionais empenhados na vacinação.

Também ao longo desta semana todas as escolas e creches do Município serão visitadas. Haverá orientação para que as mães enviem às unidades de ensino o cartão de vacinação dos filhos.

As unidades de saúde estão intensificando as vacinas de rotina, dentre elas a rotavirus, tetravalente, pneumo 10, hepatite B e tríplice viral.

Semana passada ocorreu uma reunião envolvendo agentes de saúde, enfermeiros do NASf – Núcleo de Apoio à Saúde da Família, momento em que foram discutidos assuntos como a implantação da Saúde do Homem no PSF e elaboração da programação da campanha contra a pólio.

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