Compromisso com a verdade dos fatos
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sábado, 24 de dezembro de 2011
Quando é Natal
Quando é Natal, o ar se enche de luz. Pode haver tempestades, ventos fortes, mas um aroma especial se faz presente, diverso de qualquer outro. Não há quem não o sinta. Mesmo os que se dizem avessos a comemorações o podem perceber. Há musicalidade na voz das crianças quando se encantam com as cores que explodem em guirlandas, enfeites e luzes, tomando a cidade de assalto. Os sorrisos se multiplicam ante a perspectiva de reencontros de familiares distantes, no dia que se avizinha. Por mais simples seja a residência, há sempre a disposição de colocar pequenas luzes coloridas que piscam, nas noites estreladas, tentando disputar o esplendor com os astros do céu. Pensa-se na recepção aos familiares, na saudade que será afogada em longos abraços, nos amigos a quem se deseja ofertar algum mimo. Cartões são escritos com dizeres de emoção e enviados àqueles que estão distantes, que os receberão, sensibilizados por terem sido lembrados. Mensagens curtas ou longas, sempre felizes, são enviadas pelos mais variados sistemas eletrônicos. Quando é Natal, ensaiamos mais uma vez a extraordinária sensação de sermos amáveis, gentis, mais humanos. Preocupamo-nos com a criança que deseja um brinquedo, o doente que aguarda a visita, o idoso que espera um afago. Lembramos dos amores mais amados e arquitetamos planos para que o Natal lhes seja mais feliz do que jamais foi. Recordamos daqueles de que nos afastamos e elaboramos formas de nos reaproximarmos. As canções natalinas estão nas ruas, nas praças, nas lojas, nos corações. Há dramatizações do celeste acontecimento em escolas, clubes, instituições. Há shows em lugares públicos, envolvendo os que passam, os que param para se encantar um tanto mais, os que parecem indiferentes. Compram-se presentes lembrando que um Rei foi homenageado por magos, vindos de distantes terras, com ouro, incenso e mirra. Unimo-nos em oração em homenagem às celestes vozes que se fizeram ouvir na noite ainda não de todo fria, anunciando aos pastores no campo a chegada do aguardado visitante. Acendemos luzes desejando lembrar o brilho de uma estrela especial que indicou o caminho a estrangeiros nobres até o local do nascimento de um menino. Acendemos as luzes de fora, desejando ardentemente que as possamos acender em nossa intimidade... Para sempre, para nossa felicidade. * * * Sim, é Natal. E porque é Natal, outra vez, há tanta festa. E luz. E cor. E música. Jesus nasceu! A notícia foi de grande alegria para todo o povo. E o Menino foi encontrado em uma manjedoura, envolto em panos. Como tutores especiais um homem digno, de mãos calejadas pelo trabalho honesto de cada dia e uma mulher, que atendeu o convite dos céus para receber em seu seio o maior mensageiro de todos os tempos: o Rei Solar. Pensemos nisso e, enquanto nos envolvemos nas doces elegias do Natal, permitamo-nos cantar hosanas em nossos corações, agradecendo a Jesus por mais esta oportunidade de lembrá-Lo, de revivê-Lo em nossos gestos, palavras, plenificando-nos de bênçãos. Beneficiando a outros. Modificando o planeta para a felicidade tão desejada, tão almejada e cantada por todos nós. Feliz Natal! |
São os votos de Pascoal, Ana Cristina e Anna Clara
Mensagem de Final de Ano do Secretário de Educação de Patos
Boas Festas!
Chegamos ao fim de mais um ano letivo e queremos agradecer o apoio e a confiança que vocês têm depositado em nós. Continuaremos juntos, trabalhando para aprimorar o ensino na rede pública do município de Patos e elevar a qualidade de vida de todos os nossos servidores.
Vamos trazer novidades para a educação que irão beneficiá-los diretamente, sem esquecer também do foco principal: os nossos alunos. Desta forma, reafirmamos o compromisso de trabalhar sempre em parceria para desenvolver ações pedagógicas de qualidade, através de políticas públicas que beneficiem diretamente a comunidade escolar.
Feliz Natal e muitas conquistas em 2012!
Atenciosamente,
Zeca – Secretário Municipal de Educação
Chevron é multada em R$ 10 milhões por falha em plano de emergência
O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) multou nesta sexta-feira (23) a Chevron em mais R$ 10 milhões em função do vazamento de petróleo ocorrido no dia 8 de novembro, no Campo de Frade, na Bacia de Campos, na Região Norte Fluminense. De acordo com o Ibama, a petrolífera americana foi multada por descumprimento de condicionante de sua licença ambiental.
O órgão ambiental explicou que a “análise realizada evidenciou falhas no cumprimento do Plano de Emergência Individual (PEI) aprovado no licenciamento ambiental do empreendimento”.
A Chevron informou por meio de nota que "acredita que o seu Plano de Emergência Individual (PEI), aprovado pelo IBAMA, foi implementado de forma apropriada e em tempo adequado pela empresa. O Plano foi posto em prática rapidamente com a realização dos procedimentos-padrão para estancar a fonte do vazamento".
Segundo o Ibama, entre as falhas observadas estão “a ausência de equipamentos nas embarcações de emergência e a demora no atendimento inicial ao vazamento”. Esta já é a segunda multa que o Ibama aplica contra Chevron, em decorrência do vazamento iniciado em 8 de novembro.
Na primeira vez, o Ibama multou a empresa em R$ 50 milhões.
PF indicia 17 pessoas, Chevron e Transocean
A Polícia Federal indiciou 17 pessoas e mais as empresas Chevron e Transocean em consequência do vazamento. Segundo o relatório da PF, que está agora nas mãos da Justiça, todos os indiciados, incluindo o próprio presidente da Chevron no Brasil, George Buck, vão responder por crime ambiental. Destas, 16 vão responder também por falsidade ideológica, porque, para a polícia, sonegaram informações.
Os indiciados teriam até editado vídeos do vazamento para, supostamente, dificultar a investigação. O delegado Fábio Scliar, que comandou as investigações, diz que a Chevron e a Transocean, por ganância e conduta leviana de seus executivos e funcionários, recorrem a perfurações temerárias, assumindo o risco do acidente.
A Polícia Federal indiciou 17 pessoas e mais as empresas Chevron e Transocean em consequência do vazamento. Segundo o relatório da PF, que está agora nas mãos da Justiça, todos os indiciados, incluindo o próprio presidente da Chevron no Brasil, George Buck, vão responder por crime ambiental. Destas, 16 vão responder também por falsidade ideológica, porque, para a polícia, sonegaram informações.
Os indiciados teriam até editado vídeos do vazamento para, supostamente, dificultar a investigação. O delegado Fábio Scliar, que comandou as investigações, diz que a Chevron e a Transocean, por ganância e conduta leviana de seus executivos e funcionários, recorrem a perfurações temerárias, assumindo o risco do acidente.
Segundo a investigação policial, o vazamento aconteceu porque foi usado excesso de pressão no poço. E a empresa americana sabia que estava perfurando numa zona de alta pressão, até porque o reservatório era bastante conhecido.
O delegado conclui que este poço não podia e não devia ter sido perfurado, e vai além: afirma que a ganância fez com que se pusesse em prática o risco proibido. Isso acabou permitindo que 2,5 mil a 3 mil barris de óleo cru vazassem no oceano e causassem um desastre ambiental de grandes proporções.
"As empresas Chevron e Transocean atuam ou, pelo menos, atuaram aqui nesse caso, de maneira leviana e irresponsável. Estavam trabalhando no limite do limite, como foi admitido por várias das pessoas que vieram depor", afirmou o delegado.
A pena máxima prevista em caso de condenação em todos os crimes denunciados pela Polícia Federal é de até 14 anos de prisão. No caso das empresas, a condenação pode representar até a proibição de exercer atividades no Brasil.
O próximo passo é ouvir o Ministério Público. Para a Chevron, o relatório final da Polícia Federal não reflete a resposta que a empresa deu ao incidente, nem a forma como colaborou com todas as autoridades. Ainda segundo a empresa, os fatos, depois de serem totalmente examinados, vão provar que a empresa respondeu de forma apropriada e responsável ao acidente.
Nos Estados Unidos, o chefe de relações públicas da Transocean declarou que os indiciamentos não têm fundamento e que a empresa e seus funcionários serão defendidos vigorosamente.
G1
Autoestima – uma leitura saudável para começar bem o seu dia!
Inácio A. Torres
Todo ano recebemos inúmeras mensagens natalinas. Também, levado pelo ritmo e espírito da época, já construímos algumas delas. Neste ano, recebemos de presente o livro “José Airton Barreto – uma vida em diálogos”, de autoria de Miriam Rivalta e Fabiana Almeida, ambas estudiosas da Terapia Comunitária e humanistas por convicção.
Airton é um advogado que resolveu espontaneamente viver numa favela de Fortaleza, onde desenvolve um trabalho comunitário de grande relevância social.
Pois bem, como estamos na época natalina, nada melhor que extrair do referido compêndio um texto reflexivo sobre esse momento. A seguir o texto e esperançoso ficamos de que sirva de saudável reflexão para todos.
Ao lado da minha casa, em Quatro Varas, havia uma casa pobre feita de papelão. Ali morava uma família e uma das filhas tinha entre sete e oito anos. Todos os dias à tarde, a menina saia para a praia levando uma grande bacia. Essa bacia tinha um furo e uma corda, e eu pensava que a menina iria brincar com aquele objeto. No entanto, para minha surpresa, era um instrumento de trabalho, pois ela catava o lixo da praia e colocava na bacia. Quando a bacia enchia, ela a puxava pela corda e trazia todo o lixo até a sua casa.
Todo lixo era colocado ao Aldo de sua casa. Depois de três meses, o volume de lixo era enorme. Mais ou menos dia vinte de dezembro, por volta das quatro horas da tarde, alguém bateu em minha porta. Era a menina que trazia um copo de café, um pedaço de pão de milho com manteiga para me entregar.
Eu disse: - “quem mandou?” - Ela me disse orgulhosa: “Fui eu que vendi o meu lixo e pude comprar comida”. Na hora fiquei tocado, tive a impressão de que estava comendo o “suor” daquela criança.
No dia 24 de dezembro, por volta das quatro horas da tarde, sai de Quatro Varas para passar o Natal com minha família. Depois de alguns passos, ouvi uma criança que se aproximava correndo.
Era a menina, que se aproximou de mim e disse: - “Airton, onde é o Natal?” Aproximei-me dela e me fiz de desentendido, dizendo que não havia entendido sua pergunta. Ela prontamente respondeu: - “Você poderia me dizer onde é o Natal? Eu queria saber, onde é o Natal?” Minha resposta foi o silêncio e um longo abraço na menina.
E, até hoje, sempre quando estamos perto das festas natalinas, eu me faço a mesma pergunta: - “Onde é o Natal?”
Coluna publica simultaneamente com o pbnoticias.com
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
“Vereadores são lagartixas do prefeito de Catingueira”, diz sindicalista
O presidente do SINFEMP- Sindicato dos Funcionários Públicos Municipais de Patos e Região, José Gonçalves, denunciou mais uma vez a Prefeitura de Catingueira por não ter efetuado até o último dia 20 de dezembro de 2011, o pagamento do 13° salário, a todos os servidores públicos municipais, não poupando também de suas críticas a Câmara Municipal, a quem taxou os vereadores de meras lagartixas, pois assistem e acatam passivamente os desmandos do Executivo com os servidores e nada fazem, deixando de cumprir com seu papel de representes do povo.
Para Gonçalves é uma vergonha o que vem acontecendo no município e, segundo ele está caracterizando que os recursos oriundos do governo federal estão sendo direcionados para outros fins, menos para o pagamento dos referidos servidores.
A Prefeitura de Catingueira recebeu no mês de novembro o valor de R$ 644.973,81 e até o último dia 20 de dezembro mais R$ 686.519, 96. “Isso é uma vergonha para um prefeito que se intitula representante do povo e mais vergonha ainda é a posição da Câmara Municipal, onde a maioria é lagartixa do prefeito e não tem a coragem de denunciar os desmandos existentes no município”, enfatizou.
O sindicalista lamentou também a morosidade da justiça para com os gestores municipais e especialmente o de Catingueira. “Eu não entendo é como o Poder Judiciário, quando o sindicato entra com as ações em defesa dos servidores, para o pagamento ser feito em dia, não bloqueia os recursos desses gestores que não gostam de pagar aos funcionários, a exemplo de Catingueira”, desabafou.
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