Compromisso com a verdade dos fatos

Bem-vindo ao blog Garimpando Palavras

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Espaço Sindical

Professores de Condado sem aumento salarial

O Prefeito Eugênio Pacelli (PCdoB), não apresentou nenhuma proposta de aumento salarial para os professores municipais.
De acordo com o sindicalista, Condado é um dos Municípios que tem regredido no aumento salarial para os professores, pois o ano passado o aumento foi apenas de 5% e mais uma reorganização no Plano de Cargos e Salários. “Os professores tem que ter a consciência de que devem lutar pelos seus direitos, pois nestas prefeituras tem dinheiro prá tudo, menos prá conceder aumento aos servidores municipais.” Afirmou o sindicalista.
O SINFEMP já preparou a documentação e entrará com mais uma denúncia no Ministério Público da Comarca de Malta, na próxima segunda-feira, assegurou José Gonçalves.
Condado será denunciado ao Ministério Público sobre essa situação e por improbidade administrativa, apropriação indébita, pois o gestor está retendo o desconto das mensalidades sindicais dos servidores municipais.

Professores de Cacimba de Areia sem aumento salarial

A Prefeitura Municipal de Cacimba de Areia ainda não apresentou a proposta de aumento salarial para os professores retroativo a 1º de janeiro de 2011, apesar de o SINFEMP ter enviado um oficio com pedido de audiência para discutir o aumento para a categoria.
O presidente do SINFEMP- Sindicato dos Funcionários Públicos Municipais de Patos e Região, José Gonçalves, realizou uma assembléia no município, mas não compareceu nenhum representante da prefeitura.
O SINFEMP vai formular denúncia no Ministério Público na próxima segunda-feira, dia 25 de abril, solicitando a prestação de contas do FUNDEB de janeiro de 2010 a março de 2011, de todos os servidores municipais, que recebem pelos 40% e 60%.

200 CRIANÇAS PARTICIPAM DA COPA ZICO 10 NO ESTÁDIO LOURIVAL CAETANO NESTE SÁBADO


Cerca de 200 crianças na faixa etária entre 13 e 14 anos, representantes de oito escolinhas de futebol da região metropolitana de João Pessoa, participam neste sábado, dia 23, no estádio Lourival Caetano, em Bayeux, da Copa Zico 10 de Futebol de Escolinhas. O evento é organizado pela Coordenação Paraibana do Projeto Golaço Social, lançado no dia 15 de agosto do ano passado. Olheiros de clubes profissionais estarão presentes observando os novos talentos. 

As disputas envolvem atletas das escolinhas de futebol do Kashima e Juventus (Cristo), Vitória (Bayeux), Atletas do Futuro (Mangabeira), Unipê, São José, Escolinha do Amanhã e JM Maia. A competição, nesta primeira etapa, absorverá apenas atletas nascidos nos anos de 1998 e 1997. 

O sorteio dos jogos será realizado às 7h30. Neste sábado, estarão jogando apenas as equipes do Grupo A (Bayeux, Juventus, Unipê e Escolinha do Amanhã). No dia 30 estarão em campo as escolinhas do Grupo B (Kashima, São José, Atleta do Futuro e JM Maia). Duas equipes de cada chaves se classificam para as semifinais, programadas para o dia 7 de maio, quando será conhecido o campeão e o vice-campeão.

O coordenador do Projeto Zico 10 na Paraíba, professor Noronha Júnior informou ontem que a Copa Zico 10 de Escolinhas de Futebol servirá de vitrine para alguns olheiros, uma vez que deverão estar presentes representantes de equipes profissionais do Estado e de outras unidades da federação observando os novos talentos.

As Escolinhas de Futebol Zico 10 foram instaladas na Paraíba no dia 15 de agosto do ano passado quando da vinda de Arthur Antunes Coimbra (Zico), maior ídolo do Flamengo, que fez história no clube da Gávea na década de 80 com a camisa 10. Na ocasião, Zico lançou o Projeto “Golaço Social”, instalando, no Estado, as Escolinhas de Futebol.


Assessoria

quarta-feira, 20 de abril de 2011

A RELAÇÃO ENTRE A ONIPOTÊNCIA JUVENIL & O VESTIBULAR


Iara da Silva Machado

Ser aprovado no vestibular é uma grande alegria para o vestibulando, para a família, amigos...porque é um marco importante na vida de qualquer pessoa. Entretanto, existem alguns aprovados que se sentem superiores aos outros vestibulandos reprovados. Essa superioridade pode simplesmente ser um dado a mais agregado à onipotência juvenil. (Livro: Adolescentes: Quem Ama, Educa! – Içami Tiba).

Dialogando com jovens antes durante e após a passagem pela graduação acadêmica, observamos que há naturalmente períodos de transição de validação pessoal, conforme cita o Içami Tiba em sua literatura. O eixo reflexivo que trazemos nesse momento refere-se à postura dos pais diante da iniciação do jovem na universidade, alguns pais premiam os filhos com carros, contas bancárias universitárias, etc como forma de atualizar o novo status ao qual o filho está sendo convidado a participar. 

Esses recursos podem ser viáveis para um bom número de adolescentes, no sentido de ajudá-los a perceber que há um favorecimento familiar para que ele dedique-se a função de estudar com afinco e depois tornar-se um profissional competitivo positivamente no mercado de trabalho, porém, tais condutas não devem substituir a maturação da consciência desse mesmo filho de que não constitui uma obrigatoriedade parental atender-lhes as demandas materiais, como se eles tivessem feito tudo que precisava ser feito, recompensando os pais, por terem passado no vestibular.

Ter cuidado e atenção ao entender o que é um dever filial pessoal e o que seja uma gratificação amorosa pode ajudar os pais a dimensionar sua função na nova situação dos ‘filhos feras’.

Um dever filial pessoal é a percepção de cada um diante das escolhas que faz em determinado momento da vida, seja na dimensão material, intelectual, afetiva ou espiritual. É uma escolha da personalidade, por exemplo: reconhecer que passar por uma faculdade favorece alguma possibilidade de inserção no mercado de trabalho com melhor qualificação, e que esse investimento é para o SI MESMO.

A gratificação amorosa é a possibilidade de sentir que aqueles que estão em volta desejam manifestar a energia da alegria pela conquista do outro, por exemplo, presentear com qualquer ‘mimo’ possível para cada estrutura familiar um jovem que faz uma conquista pessoal, como inserir-se numa faculdade. Portanto a gratificação amorosa é uma celebração, que necessariamente não precisa passar pelo presente material, pode ser investido da energia da troca afetiva, de palavras positivas de encorajamento e reconhecimento do potencial individual de cada filho, na busca dos seus sonhos e realizações pessoais.

Logo, a visualização dessa vertente pode favorecer a desmistificação da onipotência juvenil, seja ela sutil ou densa e ajudar a juventude a refletir nas inúmeras passagens por onde eles transitarão ao longo das suas vidas, identificando que cada conquista se tornará patamar para um novo movimento, uma nova proposta pessoal de desenvolvimento e crescimento da individualidade.

O êxito no vestibular pode ser mais uma porta de maturação de valores morais e cognitivos e não somente uma forma congelada e engessada de auto-afirmação.

Iara Machado é psicóloga e escreve  para o garimpando e pbnoticias.com

SUICÍDIO: CORAGEM OU COVARDIA?

 Por Misael Nóbrega de Sousa
 
O suicídio é um ato corajoso e também covarde; insano e pensado; angustiado... Angustiante. Para Emile Durkheim o suicídio é egoísta, altruísta e anômico. E deve ser tratado como assunto sociológico. Vocês sabiam que o suicídio é a décima causa de morte no mundo? E que mais de um milhão de pessoas cometem suicídio a cada ano?
Transtornos mentais são justificativas apresentadas pela medicina; dificuldades emocionais representam parcelas expressivas; uma reação ao fracasso. Atentar contra si mesmo é romper com este mundo... Vínculo de tudo que é (im)puro. É castigar-se. Mas, é, também, rir da cara de Deus. Suicídio é sacrifício. Respeito o suicida, pois a mim não foi dada a santidade do jugo. “Suicidar-se é apresentar-se diante do Rei sem ser chamado”.
Disse-me alguém que perdoar é difícil, por que não é humano, mas sim divino. A vida não nos oferece muitas escolhas, feito milagres. Ela é instigante e, por causa disso, obriga-nos a buscar. Há demonstrações disso desde a corrida do óvulo pelo desenvolvimento fetal. Muitos de nós ficamos pelo caminho, de forma antecipatória; outros, ainda, zigoto, na fase do “não ser”.
O suicídio não é um caso para se ignorar. Muito embora, deixamos isso acontecer, sobre o pretexto de que “não é comigo”. Não nos preocupamos com as mazelas alheias. Já é fardo demais carregar as próprias dores. O suicídio é uma vergonha coletiva.
Onde estão os nossos valores morais? E a sociedade que se diz organizada..?. Não lamente, discuta, ajude; não ore, levante-se, reaja...
O achado do corpo vem quase sempre acompanhado de uma mensagem que não explica muita coisa. Aliás, não há ali o que se considerar – São mais regurgitos; falácias; desaforos... Do que redenção. Não, resposta; apenas, indícios.
Ninguém saberá o que motivou o suicídio. A réplica já foi dada, portanto, feito protesto contra tudo e contra todos. E está consumado.
 
Jornalista

Violência gratuita

Há coisas na área policial que deixam a sociedade triste. A falta de humanização é uma delas. A função do policial, de nos protegeer, zelar pela paz muitas das vezes é distorcida pela arrogância, abuso de poder, falta de conhecimentos dos direitos constitucionais de algumas pessoas que vestem uma farda. Digo isso por um fato que presenciei recentemente de um jovem, não passava dos 20, creio, que caminhava de bicicleta com um botijão de gás lacrado pela Bossuet Wanderley. Foi parado por uma viatura da PM, revistado e interrogado. Parei e fiz questão de ver o procedimento dos policias. Fizeram, até determinado momento, seu serviço de praxe, corrreto de averiguar a procedência daquele botijão de gás, o histórico do rapaz, nome, endereço e por ai vai. 

Me aproximei mais ainda. Falou que tinha comprado o botijão. Os policiais quiseram saber a origem também de um celelular que ele portava. Disse que havia achado há uns três meses. Disse quem eram aas pessoas que constavam na agenda do telelfone: esposa, irmãs amigos. Assinei uma folha que um policial me apresentou como testemunha. 

Fiz aquilo com prazer e falei para o jovem que o procedimento da polícia era de averiguar aquilo mesmo. Como que temendo algo, até pela fama da polícia bater por besteira, como fizeram ano passado com outro jovem em frente à Catedral, mesmo tendo sido a PM causadora de um choque contra a bicicleta dele, quase o lincharam na frente de todos, sempre o rapaz do botijão dizia para quem trabalhava e que a PM poderia averiguar, levá-lo até seu patrão.

No momento seguinte os PMs recolheram a bicicleta, o botijão e jogaram na mala da viatura, o famoso camburão. O rapaz só não foi posto lá também, aljemado, exposto ao público, mesmo sem qualquer tipo de reação, porque não coube naquele espaço. Bom, partiram e não sei do destino. Hoje outra testemunha do prédidio em que o filho do patrão do jovem mora me informou que aquele apanhou da polícia para confessar algo. 

Não dá para entender determinados procedimentos de investigação da Polícia. Se você tem uma gama de informações que possam direcionar uma investigação, é preciso antes de tudo bater para arrancar algo de alguém que colaborou o tempo inteiro, não possui antecedentes criminais?

Nós pais de famílias devemos nos preocupar. Tirar uma certidão de antecedentes criminais, andar sempre  bem documentado para evitar fatos como esses. A prática que remota a ditadura, de conseguir informação quebrando a pessoa, deve ser revista. Os policiais devem ser melhor preparados para que todos para evitar que cidadãos de bem sejam vistos como marginal.  Para ilustrar meu pensamento, cito outro caso que presencie no interior da Delegacia de Patos quando era correspondente de O Norte. Uma mãe aflita ouvindo o desepero de seu filho que estava sendo torturado para cantar (jargão policial) um roubo. Chamei o delegado de plantão que, por receio da imprens, ordenou que os agntes de iraque (prestam sereviços), hoje parece que desapareceram das delegacias, ordenou que abrissem a porta e a cena era humilhante. O cara de joelhos, algemado, um saco plástico na cabeça, sufocado. Numa situação daquelas o cara é capaz de dizer até que matou o Papa se quisessem. 

Já agradeci, elogiei o comportamento da PM nas ruas, nas áreas de caminhada fazendo a prevenção, deixando a população tranquila para ir e vir; quando ela atua rápido e evita o sucesso da bandidagem, como exemplo o assalto ao funcionário do Multibank de Patos. Acredito que falta a determinados policiais, conheço muitos bastante educados, que aprendeream, talvez de berço da academia militar, o bom senso, prudência na condução de sua prática. Se fosse citar a quantidade de barbáries que a mídia apresenta diariamente pela conduta errada de alguns policiais levaria dias.

Cabe ao comandante Almeida trazer capacitadores, implantar um protocolo correto de investigação que não precise da tortura, resguardando-se o direito constitucional de provar sua inocência. Se o cara deve tem que pagar perante a Justiça.

terça-feira, 19 de abril de 2011

Esporte treina de olho no G-4



O Esporte Clube de Patos iniciou a semana em clima de decisão, com os atletas sendo bastante cobrados pelo técnico Marcos Nascimento, visando a partida do próximo domingo contra o CSP em João Pessoa. Apesar das chances remotas de terminar essa fase no G4, a equipe não desanima e numa combinação de resultados pode atingir seu objetivo. Botafogo, quarto colocado, quatro pontos a frente do Patinho, tem um jogo a menos, a ser cumprido nesta quarta 20 contra o Campinense. Depois encara novamente a Raposa e por último o Esporte, no Almeidão.

O Esporte precisa vencer seus últimos dois compromissos e torcer por duas derrotas do Botafogo contra o Campinense, uma missão quase impossível. Para o jogo deste domingo contra o CSP o time patoense Teerã três desfalques, o lateral esquerdo Janeiton e os atacantes Delany e Bruno Recife, todos tomaram o terceiro amarelo e sofrem suspensão automática. 

Na manhã desta terça 19 houve trabalho físico e técnico no José Cavalcanti. Nascimento mesclou a equipe sub-21 com os profissionais nos treinamentos. Para ele a disposição será a mesma dos últimos jogos, quando a equipe venceu duas e empatou uma. (Marcos Eugênio)

Gente Inocente trabalha paradidáticos através das artes cênicas


A Escola Gente Inocente vem ampliando os conhecimentos de seus alunos a partir de uma série de modalidades pedagógicas, aproveitando ao máximo a potencialidade dos professores e o interesse da participação da classe estudantil.

Este ano a escola implantou nova metodologia de ensino, mais interativa e que vem agradando, não apenas aos alunos, mas também aos pais, pela desenvoltura que seus filhos apresentam no processo de aprendizagem.

Esta semana algumas dessas atividades mobilizaram os alunos, que trabalharam, juntamente com os professores, alguns livros paradidáticos. As artes cênicas dominaram as atividades, a exemplo da história “O escravo e o rei”, com  os alunos da alfabetização. Maquiados, vestidos a caráter, eles se sentiram os próprios personagens do livro. Outras turmas também foram envolvidas pelo fascínio da leitura e encenaram as narrativas dos paradidáticos.

Arquivo do blog