
O senador disse que o ato integra um conjunto de medidas que teria por objetivo sacrificar a sociedade, resultado do que chamou de "péssima gestão fiscal e financeira de Ricardo". "Ele fez com que a Paraíba quebrasse. Contratou cabos eleitorais como prestadores de serviços e codificados que fez com que a folha de pagamento do Estado, atingisse 65% da Receita Corrente Liquida”.
O líder do PSDB no senado ainda criticou o governador Ricardo Coutinho aumentou diversospelo aumento de impostos e taxas, principalmente o ICMS. “O IPVA aumentou 25% na Paraíba, bem acima da inflação”, lembrou.
O senador questionou como pequenos fornecedores, que também enfrentam a grave crise financeira pela qual passa o país, poderão suportar o que chamou de calote oficial e reiterou a necessidade de cortar na própria carne antes de qualquer medida que atinja quem não tem culpa pelos problemas de gestão.
Outro lado - A crítica de Cássio Cunha Lima não ficou sem resposta. O secretário executivo de Comunicação, Célio Alves, ironizou a avaliação do tucano, afirmando que na gestão do ex-governador vários episódios de crise financeira foram verificados e que o cenário econômico nacional não era adverso como o registrado atualmente.
Confira o texto de Célio Alves em resposta a Cássio:
"Calote?
No seu governo, senador, construtores se acorrentaram na frente da Suplan porque não recebiam o que lhes era devido.
No seu governo, em 2007, 5 mil servidores foram demitidos de uma só vez, obras foram paralisadas e o pagamento dos fornecedores foram suspensos.
E olhe que, no ano anterior, a economia do país crescera 2,9%.
Naquela época, estados ricos como Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Rio de Janeiro não estavam atrasando salários, como hoje, nem fechando hospitais.
O descontrole era privilégio da Paraíba.
Em 2015, a economia do Brasil caiu 3%. É nesse cenário que o governador Ricardo trabalha, com sucessivas quedas de receita, mas com o Estado honrando os compromissos e entregando obras.
Calote não é chamar os credores para negociar. Calote é não pagar. Ou pagar a quem quer, ou a quem molha a mão".
parlamentopb
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