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domingo, 13 de março de 2011

Nacional tenta sua primeira vitória no Campeonato Paraibano 2011

Foto:Marcos Eugênio
O Campeonato Paraibano de 2011 tem continuidade neste domingo 13, dando sequência à rodada iniciada ontem com o empate entre CSP e Auto Esporte, que ficou no 1x1. Em Patos acontece o jogo dos desesperados, o vice lanterna Nacional encara o lanterna Miramar às 17h no José Cavalcanti, tendo como árbitro central Adalberto Moesia. O Naça é só decepção no primeiro turno e a torcida está na bronca pelo péssimo desempenho da equipe.

A outra equipe de Patos, Esporte, numa situação menos complicada, vai à Sousa enfrentar o Dinossauro, em partida a ser disputada no Marizão. Já em João Pessoa Botafogo e Treze duelam às 16h, com arbitragem de João Bosco Sátiro.
Em Campina Grande o Campinense encara a Desportiva Guarabira no Estádio Amigão, às 16, jogo apitado por Clisaldo Maroja.

CIÇO DE LUZIA, novo livro de Efigênio Moura, será lançado em João Pessoa, dia 18 de Março


 Ciço de Luzia conta a estória da paixão de Ciço Romão por Luzia. Ciço é trabalhador da Fazenda Macaxeira e nutre um amor possível pela filha do patrão. A ficção se dá nos anos 70 e se ambienta no Cariri paraibano, especificamente em Monteiro, Zabelê e Camalau, os diálogos são quase todos no ‘matutês’, reproduzindo uma característica de alguns nativos do Cariri e Sertão paraibano. Será lançado na próxima sexta, dia 18, na véspera do dia de São José.

            Com 286 páginas o livro é acompanhado de um glossário em cada capitulo e tem prefácio de Xico Bizerra, compositor, radialista, cidadão recifense, pernambucano e cultural da República Catingueira do Brasil; apresentação do escritor e jornalista Misael Nóbrega e orelha de Onivaldo Junior, músico e jornalista.   Capa de Arão Azevedo com ilustração de Shico.
           Ciço de Luzia deverá alcançar o sucesso de Eita Gota!( uma viagem paraibana) primeiro livro do autor, quem em menos de um ano teve duas edições esgotadas.
            O livro tem o apoio da ADUEPB, SINDIFISCO, ART VINIL, FUNJOPE, UEPB e EPHI MARKETING.
            Ciço de Luzia . Você vai conhecer a estória de um grande amor no Cariri.
O lançamento acontecerá no Restaurante VILA CARIRI, em Manaíra , na rua  Francisco Claudino Pereira, 500, em frente a pça Alcides Carneiro, ao lado da Joao Câncio, as 8 da noite.

CRM faz atualização das normas éticas com os médicos do Janduhy Carneiro


O diretor do Departamento de fiscalização do CRM – Conselho Regional de Medicina, da Paraíba, Eurípides Sebastião Mendonza, esteve reunido com médicos do Hospital Regional Dep. Janduhy Carneiro na última sexta-feira, oferecendo a estes uma atualização das normas éticas da profissão, no sentido de dinamizar, melhorar a qualidade dos serviços médicos prestados pelo referido hospital.

A presença do CRM em Patos aconteceu via direção do Janduhy Carneiro, que luta para concretizar a satisfação de usuários de dezenas de municípios quem buscam o pronto-atendimento do Regional, com a preocupação de avanços na humanização preconizada pelo SUS. Eurípedes, além das normas a serem seguidas pela classe médica, suas responsabilidades, tirou muitas dúvidas dos profissionais que atenderam a convocação.

A partir dessa reunião a direção clínica do Hospital de Patos trabalhará na construção de um regimento interno que deverá ser seguido por todos. Espera-se com isso, além da maior qualidade dos serviços médicos oferecidos, redução de conflitos internos, cada qual sabendo de suas obrigações, suas responsabilidades e limitações.  As condições de trabalho oferecidas para o exercício médico devem constar também no regimento.

O diretor clínico do Janduhy Carneiro, Klauber Marques, explicou que serão formadas comissões para normatizar as condutas de cada setor, tendo como base o código de ética médica, usando-se as novas normas. Após isso haverá um trabalho de orientação e fiscalização, na tentativa de organizar o serviço, naquilo que é correto no âmbito hospitalar. “Na medida que temos instrumentos para fazer o que é certo, o paciente passa a ser melhor assistido, o maior beneficiado”, comentou Klauber.

O CRM dará assessoria ao Hospital, inclusive com atualização prática dos médicos nos procedimentos de urgência e emergência, a exemplo de intubação, cateterismo, treinamentos que devem ter início nos próximos dois meses, segundo informou Dr. Eurípedes.

Ascom

Consciência Ambiental



Autor: Alexandre Arrenius Elias (Net Saber Artigos)

É um tema que por mais que seja bonito afirmarmos na atualidade como sendo de importância indiscutível, ainda é tratado como insignificante pelas poucas ações concretas demonstradas pela humanidade em seu conjunto, principalmente pelos governos.
Escolas, meios de comunicação, associações sem fins lucrativos, organizações não governamentais (ONGs), são exemplos de quem procura urgentemente fazer alguma coisa quanto às importantes e inadiáveis questões ambientais.
Fala-se muito em cuidar da natureza, em divulgar a ideia da sustentabilidade, em mudar a mentalidade das pessoas o mais rápido possível frente à fauna e a flora, frente à qualidade do ar que respiramos e as temperaturas que já estamos quase no limite de não suportar.
Claro que o discurso ecológico é parte fundamental para uma mudança na visão de todos. Mas isso nunca será o suficiente! Já estamos sem tempo de evitarmos um colapso ambiental maior, dos quais já notamos acontecer em ritmo acelerado por todo o planeta. A espécie humana assiste a si mesma transformando o seu único lar num verdadeiro inferno.
Podemos assimilar rápido uma consciência mais adequada frente ao nosso meio ambiente. Podemos começar a inversão, ou seja, a recuperação do recuperável dos crimes já cometidos contra o planeta, contra nós mesmos. Mas a maior preocupação mora nos governos e empresas que só estão mesmo é preocupado com o momento presente.
O meio ambiente não pertence a um determinado país, pertence à humanidade, e isso parece não despertar a urgência de nenhum país que se sente em "desvantagem econômica" em cuidar da natureza frente aos países que estariam descuidando. Assim todos se tornam cúmplices de um caos maior.
Cada família pode contribuir com o lixo reciclado, com a economia de sacolas plásticas, energia elétrica, água, entre outros pontos importantes, inclusive com a taxa de natalidade. Mas as famílias agindo isoladamente nunca serão suficientes frente ao que estamos assistindo ser uma ameaça planetária iminente.
Consciência ambiental refere-se a agir no cotidiano com a máxima atenção referente às atitudes ambientais corretas. É ter responsabilidade social, saber fazer as escolhas com inteligência ao gerar resíduos. É saber enxergar a curto, médio e longo prazo o resultado de seu relacionamento com a natureza. Ou seja, uma pessoa consciente representa o contrário do agir por impulsos ou agir sem pensar, em nosso caso, frente ao meio ambiente.
Podemos argumentar: se as famílias forem conscientes, melhorarem seus hábitos de consumo, as empresas também vão melhorar, os governos também serão mais conscientes em relação à defesa do meio ambiente e assim todos cuidarão melhor da natureza e nos salvaremos! Será?
Mas a evidência já está clara: só com base na mudança de mentalidade das famílias em relação ao meio ambiente não salvaremos a humanidade de inúmeras tragédias (mortes) que já começamos a presenciar corriqueiramente na fúria da natureza, ela está aceleradamente se tornando a nossa inimiga! Mentalidade enfeitada de verde e discursos políticos não devem mais ser aceitos como soluções.
A razão é simples: a humanidade sobrevive dentro de um sistema capitalista que ainda ensina que o lucro, a base dos interesses econômicos, é tido como algo fundamental a qualquer custo, como sendo o lucro o mais importante do que qualquer coisa, ou seja, o meio ambiente e a nossa sobrevivência neste planeta pode vir em segundo e até terceiro plano.
Difícil alguém concordar com a afirmação acima, mas é realmente isso que aceitamos e vemos acontecer em nossas vinte quatro horas diárias. Mesmo quando você está dormindo, alguém está poluindo em nome do lucro! E os governos e empresas ainda possuem essa mentalidade de "sobrevivência".
Somos a raça dominante e estamos destruindo conscientemente o próprio lar. Sabemos o que estamos fazendo e continuamos a ignorar a incoerência e a distorção frente aos ecossistemas que demoraram bilhões de anos para serem harmoniosos como são para o favorecimento de nossa sobrevivência. Será que somos realmente a espécie mais inteligente por aqui?
Veja este exemplo: sabemos que a exploração da matriz energética chamada petróleo é a razão fundamental para o aquecimento global, e ao mesmo tempo assistimos a comemoração de governos quando encontram mais reservas de petróleo para serem exploradas em seu território! Claro que o petróleo serve como insumos para outras finalidades, mas essencialmente é destinado ao abastecimento de uma frota cada vez mais crescente de veículos poluidores. Mais garantia de muitos anos de poluição atmosférica!
Esta pobre mentalidade anacrônica é a qual assistimos no Brasil atual, mais um país onde se diz muito e se faz pouco em relação ao meio ambiente. Sua Petrobrás, esfomeada por mais reservas de petróleo a serem exploradas, corre na contra-mão ambiental e investe em novos poços de petróleo a serem explorados por muitos e muitos anos a frente. Apoiada por governos medíocres. Será que não conseguem ou não querem investir em fontes de energias alternativas?
Devastação 
A floresta Amazônia é um exemplo clássico do descaso nacional. Anualmente a devastação no território verde brasileiro é assistida de camarote por toda a população, pelo presidente da república, pelos governadores, pelos prefeitos, deputados, vereadores, por partidos políticos que se dizem verdes, juízes de direito, empresários, forças armadas etc. Todos só fazem tipo "olho aberto", e a floresta continua a desaparecer do mapa, as queimadas continuam acontecendo e ninguém, no mínimo se sente muito envergonhado ou preocupado com isso. Que tipo de nação é essa? Que tipo de mentalidade?
Pesquise sobre as razões de ainda não termos todos os nossos veículos movidos a células de hidrogênio, a eletricidade ou outras fontes de energia limpa e até mais produtivas. Não se surpreenda se começarem a surgir evidências do comodismo econômico sustentado por todos os governos e empresários frente ao lucro garantido na exploração de petróleo.
A consciência ambiental, o ecologicamente correto, deve sim continuar a ser uma atitude diária nas famílias, mas elas também precisam de alternativas! Se as famílias não abastecerem seus veículos com agentes poluidores, com o quê irão abastecer e se locomover? Quem está investindo em alternativas? Qual o governo humanamente responsável disposto a erradicar o petróleo do ar que respiramos?
Basta aos discursos vazios de inúmeros governos, autoridades e empresários insensíveis. O planeta está morrendo e a sua raça que diz ser a mais inteligente assiste tudo de braços cruzados, o seu lento e próprio suicídio, hipocritamente sendo disfarçado por conveniências econômicas e políticas.
Lute pelo fim aos combustíveis fósseis, faça o que estiver ao seu alcance! Não apóie jamais governos ou políticos hipócritas ou medíocres em relação à defesa do meio ambiente. Não dê lucros a empresas poluidoras, seja claro quanto à importância de estarmos defendendo a própria vida inteligentemente. Defenda com atitudes práticas a sua própria mãe, o planeta ainda azul, chamado Terra.


Artigo enviado por Madiel Conserva (colaborador)

AUTOESTIMA - UMA LEITURA SAUDÁVEL PARA COMEÇAR BEM O SEU DIA!


Foto-Thiago-BernardesUOL
Inácio A. Torres

O VESTIBULAR E A ONIPOTÊNCIA JUVENIL
            Desde meu tempo de estudante secundarista existem alunos, mesmo bons colegas, que após a aprovação no vestibular, mudam completamente de comportamento, ou melhor, revelam sua real personalidade. Sei de alguns que deixaram até de falar com amigos fiéis da infância, outros que chegaram a acabar namoro antes fortemente apaixonados.
            Com se vê, trata-se de um tema antigo, porém só agora encontramos um pequeno texto, intitulado “vestibular aumenta a onipotência juvenil”, do educador Içami Tiba que o destrinça com leveza e ponderação em poucas palavras.
            Antes de tudo, lembremos que o educador refere-se não a potência e, sim, a onipotência, palavra cujo significado associa-se a qualidade de onipotente; poder absoluto e infinito; autoridade ou soberania absoluta. Portanto a algo que não depende de ninguém, superior a todos.
            Diz o educador: “Ser aprovado no vestibular é uma grande alegria para o vestibulando, para a família, amigos... porque é um marco importante na vida de qualquer pessoa. Entretanto, existem alguns aprovados que se sentem superiores aos outros vestibulandos reprovados. Essa superioridade pode simplesmente ser um dado a mais agregado à onipotência juvenil. É como se eles estivessem dizendo “se nem um vestibular me deteve, nada mais há no mundo que me segure.
            Esses jovens onipotentes – continua Içami Tiba – costumam ficar arrogantes, antipáticos, horríveis para a convivência. Porém, nada mais fazem do que exagerar aquilo que havia antes de serem aprovados. Isso com exagero de seus pais. Muitos pais, por exemplo, dão de presente um carro para os filhos que começam a faculdade. Afinal, é um outro nível de vida, um novo status. Pensam que, para vir a ser um grande profissional, é só uma questão de tempo”.

Até a próxima. Que Deus esteja conosco.     

Coluna publicada simultaneamente com o pbnoticias.com

Novo aumento de energia elétrica para paraibanos

O reajuste da tarifa elétrica para os consumidores de 216 municípios paraibanos ficará entre 6,5% a 7%, segundo projeção da Energisa Paraíba. A tarifa, que somente faz aniversário no final de agosto, conta com a desaceleração do IGP-M (Índice Geral de Preço do Mercado) até julho, um dos indicadores mercadológicos que serve como fator de correção. Até a primeira prévia de março, o índice perdeu força e acumula aumentos de 2,29% no ano, e de 10,79% em 12 meses. Em fevereiro, o IGP-M acumulava alta de 11,3% em fevereiro.

O gerente de arrecadação e faturamento da Energisa Paraíba, Cleyson Jacomini, diz que o cenário, por enquanto, é de apenas projeção, principalmente com as medidas tomadas recentemente pelo Banco Central de reduzir a inflação. “Toda vez que sobe os juros da Selic, o IGP-M começa a cair. Consequentemente a tendência é de que o reajuste da energia sofra influência, mesmo que o índice não depende apenas do IGP-M, pois o cálculo leva uma série de fatores”, frisou.


Já a ata do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) manteve em 2,8% a expectativa de alta para energia elétrica para os consumidores este ano. A expectativa é a mesma desde dezembro do ano passado.


Cleyson Jacomini lembrou que a estimativa entre 6,5% a 7% para a tarifa é apenas mercadológica, tomando como base crescimento de domicílios e de consumo, saída e entrada de grandes empresas, enfim, não se baseia nos cálculos realizados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).


“Na verdade, o índice somente será conhecido no dia 27 de agosto, quando o colegiado da Aneel avalia os dados apresentados pelo relator no colegiado, por isso, não temos como afirmar que será esse índice. A Agência, por exemplo, considera a variação de custos que a empresa teve no decorrer do período de referência. A fórmula de cálculo inclui custos típicos da atividade de distribuição, sobre os quais incide o IGP-M no acumulado de doze meses, tomando como referência julho de 2011 e o fator X, que serve como redutor e outros custos que não acompanham necessariamente o índice inflacionário, como energia comprada de geradoras, encargos de transmissão e encargos setoriais. Eles formam as parcelas A e B no cálculo”, explicou o gerente.


Em 2010, a tarifa da energia elétrica foi reajustada, em média, em 3,93%. O IGP-M tomado como base na época dos doze meses ficou em 5,79%. Mas no setor industrial (alta tensão) o reajuste aprovado pela Aneel à distribuidora Energisa Paraíba foi o índice mais elevado, oscilando entre 6,94% a 8,47%.


O gerente Cleyson Jacomini comentou o reajuste da Energisa Borborema de Campina Grande, no último mês, quando a Aneel aprovou um aumento médio de 14,61% na tarifa. “Esse aumento da tarifa de energia elétrica não foi apenas pelo aumento do IGP-M, que acumulava na época 11,3% nos doze meses, mas também porque a indústria Coteminas, que deixou de ser mercado da Energisa, agravando a diluição dos custos da empresa distribuidora de energia elétrica da Região da Borborema. Essa parcela da carga de custos que era dividida com a empresa, passou para só consumidores”, explicou.

jornal da paraíba

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